sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Municipio de Conde tem aula adiada por causa de péssimas condições de ensino deixados na gestão passada

A Prefeitura Municipal de Conde, através da Secretaria de Educação, Cultura e Esportes, adiou o início das aulas nas escolas e creches municipais para o dia 20 de fevereiro. De acordo com a Secretária de Educação, Professora Aparecida Uchôa, o adiamento se fez necessário para que algumas medidas estruturais fossem tomadas.
           Cida disse que nas visitas em algumas escolas e creches, as mesmas  não ofereciam condições para receber os alunos, então nas próximas semanas, vamos fazer pintura, resolver questões de canos estourados, iluminação e eletrificação, para que nos próximos 15 dias possamos deixar as escolas de uma forma minimamente adequada para funcionamento.” Concluiu Cida.
            As matrículas permanecem abertas em todas as unidades de ensino do município, exceto nas Escolas Noêmia Alves e João Gomes Ribeiro, que já estão com o número de alunos por turma fechados e o Pedro Gondim, que está em reforma. Outra novidade é para os pais de alunos da comunidade Boa Água. A Escola Municipal Abelardo A. De Azevedo vai abrir em 2017 a turma do 6ª ano do ensino fundamental.

Fui ‘expulso’ de Olinda conta Francisco José

Celebrando 40 anos de trabalho na Globo, o repórter Francisco José está lançando um livro no qual rememora as suas principais reportagens e faz algumas observações sobre o seu trabalho.
Baseado em Recife, Francisco José se projetou, inicialmente, como a cara do Nordeste no noticiário nacional da Globo. Fez reportagens marcantes sobre a seca e a miséria na região. Cobriu a Guerra das Malvinas, em 1982, e ficou famoso ao se tornar refém em um sequestro, em 1987.
Em sua longa trajetória, também houve espaço para reportagens mais leves ou amenas. Foi um dos primeiros a mostrar as belezas de Fernando de Noronha e, não menos importante, ajudou a promover o Carnaval de Olinda e Recife.
É sobre o seu envolvimento com as festas de rua de Olinda uma das passagens mais interessantes de “40 Anos no Ar – a jornada de um repórter pelos cinco continentes” (Globo Livros, 248 págs., R$ 32). Francisco José conta que, na década de 70, fazia entradas diárias de três minutos no “Jornal Nacional” durante os dias de Carnaval,
“A cada ano, aumentava o número de pessoas nas ruas e ladeiras de Olinda. Não havia mais espaço para os blocos passarem. Até que um morador chamou a minha atenção”, escreve o repórter.
— Chico, tu não estás percebendo que está acabando com o Carnaval de Olinda! Os clubes não conseguem mais desfilar. Os músicos que seguem os blocos não podem tocar. Cada ano aumenta a multidão. Além do mais, a cidade não tem estrutura para receber tanta gente. Todo mundo fazendo xixi pelas ladeiras. Cada vez que a televisão mostra o Carnaval daqui, no ano seguinte aumenta a multidão. Vai fazer reportagem de Carnaval em outro lugar.
Foto do livro do reporte Francisco José
Após reproduzir este comentário, Francisco José escreve: “Ele tinha razão. O desabafo foi uma lição. Desde que fui ‘expulso’ de Olinda, passei a centralizar minha participação na cobertura do Carnaval do Recife.”
Ao longo do livro, o jornalista rememora também várias situações de risco em que se envolveu – tantos em reportagens policiais quanto em aventuras escalando vulcões ou mergulhando em mares mais ou menos profundos.
“A segurança da Globo tem um lema: nenhuma reportagem vale uma vida”, escreve. “Eu tenho outro lema: as reportagens com risco de vida são as mais atraentes”. Para quem gosta, o repórter-herói dedica boas páginas aos seus momentos de Indiana Jones.
Francisco José afirma contabilizar mais de 2 mil reportagens em seus 40 anos de Globo. As suas maiores lições a quem está começando é ser original e querer aprender sempre. “Estou tentando aprender até hoje”, diz. “Cheguei à conclusão que deveria ser apenas Chico José, sem imitar ninguém, nem mesmo os mais consagrados profissionais da TV. E manter sempre o meu sotaque”. Fica a dica.

Ex-presidente Lula recebe rivais da política e diz ao presidente Temer “Não se faz reforma da Previdência com o país em recessão”



Chamados de “golpistas” e " assassinos” por militantes petistas na entrada do Hospital Sírio Libanês, Michel Temer e sua comitiva foram recebidos por Lula na noite desta quinta-feira com rara cordialidade. O líder máximo do PT agradeceu comovido à solidariedade recebida após a confirmação da morte de sua mulher, Marisa Letícia. Em meio à tristeza, encontrou disposição para fazer de política.
Lula distribuiu conselhos a Temer: “Não se faz reforma da Previdência com o país em recessão”. Queixou-se do Supremo Tribunal Federal: “Está acovardado”. Abriu uma fresta para o diálogo: “Michel, quando quiser conversar comigo, me chame. Não posso é ficar me oferecendo.” E Temer: “Ah, com essa abertura, vou chamar muitas vezes.”

O encontro com FHC, disse Lula, sinalizava para a juventude a necessidade de superar o ódio e a intolerância que intoxicaram a política brasileira. Lula não se recordou —ou lembrou de esquecer— que é de sua a autoria o bordão “nós contra eles”, que eletrizava a militância petista nos embates eleitorais contra o tucanato. “Todos nós aqui temos a responsabilidade de fazer esse país se reencontrar e voltar a sorrir”, declarou aos visitantes.
Virando-se para José Sarney, Lula evocou uma viagem que os ex-presidentes brasileiros fizeram à África do Sul, a convite de Dilma. Integraram a comitiva presidencial, além de Lula e Sarney, Fernando Henrique e Fernando Collor. Foram assistir ao funeral de Nelson Mandela. “Na volta, combinamos de fazer encontros com certa frequência. Mas, depois de descer a escada do avião, cada um foi pra sua casa e nunca mais nos encontramos.” Lamentou não ter dialogado com FHC quando estava na Presidência.

Lula sentiu-se à vontade para aconselhar Temer. Disse, por exemplo, que uma reforma como a da Previdência só pode ser feita num período em que a economia estiver “bombando”. Chamado de você, Temer se dirigiu a Lula sempre em timbre cerimonioso: “O senhor também fez uma reforma da Previdência”. O ex-presidente petista não se deu por achado. Declarou que, sob recessão, a mexida nas regras da Previdência potencializará a impressão de que aposentados e pensionistas pagam a conta.
Noutro conselho, Lula disse a Temer que a retomada do crescimento da economia passa pelo estímulo ao consumo. Contou que o ex-governador pernambucano e ex-presidenciável Eduardo Campos, morto quando fazia campanha em 2014, costumava questioná-lo sobre a ênfase atribuída ao consumo. “Ele vivia me criticando.”, relatou Lula. “Mas sempre achei que não podemos desprezar um mercado consumidor como o nosso. Havendo consumo, as indústrias produzem.”
Lula invocou o testemunho do ministro da Fazenda de Temer, que foi presidente do Banco Central no seu governo. “O [Henrique] Meirelles me conhece. Ele lembra que eu o chamava no Palácio, junto com o Guido Mantega, e dizia: porra, quando é que vocês vão baixar essa taxa de juros?” Presente, Meirelles sorriu.
Sem mencionar explicitamente a Lava Jato, Lula criticou a operação. Num dia em que o ministro Edson Fachin foi sorteado para substituir o colega morto Teori Zavascki na relatoria dos processos do petrolão, o morubixaba petista repetiu uma declaração tóxica: “O Supremo [Tribunal Federal] está acorvardado.”
Réu em cinco ações penais, Lula ensaiou uma crítica também ao STJ (Superior Tribunal de Justiça). Quando parecia engatar uma segunda marcha para investir contra Sérgio Moro, o orador deu meia-volta: “Melhor deixar pra lá”.
Lula estava rodeado de delatados, investigados, denunciados e réus. Gente como o próprio Temer, o amigo Moreira Franco, Renan Calheiros, Eunício Oliveira, Romero Jucá, José Serra…
Temer e sua comitiva chegaram ao Sírio Libanês por volta de 22h30. Deixaram o hospital às 23h10. Escaparam da hostilidade dos militantes saindo por uma porta lateral. Além de Lula, confraternizaram com Temer e sua comitiva petistas como o ex-ministro Jaques Wagner, o senador Jorge Viana e o faz-tudo de Lula Paulo Okamoto. A conversa foi testemunhada também pelo governador pernambucano Paulo Câmara (PSB).
Ao reproduzir o encontro para o blog, um dos participantes concluiu: ''Marisa Letícia, infelizmente, morreu. Mas Lula está vivíssimo.''
Blog do Josias  da UOL e fotos aleatórias.

Vídeo mostra Temer sendo vaiado ao visitar Lula o Senador Cassio passa mal

O vice-presidente do Senado, Senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) chegou com o presidente da República, Michel Temer, por volta das 22h40 desta quinta-feira (2/2) ao Hospital Sírio-Libanês, na capital paulista, para prestar condolências por Marisa Letícia Lula da Silva, esposa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. No local, o presidente e sua comitiva foram hostilizados aos gritos de "golpista" e "safado" por um grupo de manifestantes. Segundo o hospital, exame feito nesta manhã mostrou que a ex-primeira-dama não tinha mais fluxo cerebral.

No veículo estavam, além de Temer, o presidente do Senado, Eunício Oliveira, os senadores Renan Calheiros, Edson Lobão e Cássio Cunha Lima, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, o ministro das Relações Exteriores, José Serra, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Moreira Franco; e o ex-presidente do Senado, José Sarney. Eles foram recepcionados pelos médicos Roberto Kalil e Raul Cutait.
Segundo o Hospital Sírio-Libanês, exame feito na manhã de ontem (02) mostrou que Marisa Letícia não tinha mais fluxo cerebral. “Diante do resultado, com autorização da família, foram iniciados procedimentos para doação de órgãos”, diz o último boletim divulgado. 
VÍDEO

Michel Temer é vaiado em visitação a Marisa mulher do Lula no Hospital

O presidente Michel Temer (PMDB) chegou a São Paulo na noite desta quinta-feira (2) para visitar o ex-presidente Lula no hospital Sírio-Libanês, na região central, onde a ex-primeira-dama dona Marisa Letícia está internada desde o dia 24. Ao entrarem no hospital, Temer e comitiva foram hostilizados por um grupo de manifestantes.
Temer desembarcou no Aeroporto de Congonhas acompanhado de José Sarney (PMDB), ex-presidente da República; Henrique Meirelles, ministro da Fazenda; José Serra (PSDB), ministro de Relações Exteriores; Eliseu Padilha, ministro-chefe da Casa Civil; Eunício Oliveira (PMDB), novo presidente do Senado; Helder Barbalho (PMDB), ministro da Integração Nacional, e dos senadores Renan Calheiros (PMDB), Eduardo Braga (PMDB), Edison Lobão (PMDB) e Cassio Cunha Lima (PB).
A assessoria da Presidência informou que às 23h20 a comitiva já havia deixado o hospital.
O deputado federal Andrés Sanchez (PT) e o governador do Piauí, Wellington Dias (PT), chegaram ao hospital logo após a comitiva de Temer. O vereador Eduardo Suplicy (PT) também esteve no local nesta noite.
Em Brasília houve um minuto de silêncio no Congresso por dona Marisa Letícia. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, deu pêsames à família do ex-presidente Lula. A ex-presidente da República Dilma Rousseff divulgou nota de pesar: “Estamos juntos, presidente Lula, agora e sempre”.
Mais cedo, Lula recebeu o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) no hospital. Fotos do encontro foram postadas nas redes sociais de Lula.
As visitas ocorrem após boletim médico do centro médico informar que a mulher de Lula, e ex-primeira-dama dona Marisa Letícia, ficou sem fluxo cerebral. A família autorizou a doação de órgãos, segundo um post publicado na página do Facebook do ex-presidente.
O ex-presidente petista agradeceu nas redes sociais o apoio e as orações à sua mulher. “A família Lula da Silva agradece todas as manifestações de carinho e solidariedade recebidas nesses últimos 10 dias pela recuperação da ex-primeira-dama dona Marisa Letícia Lula da Silva. A família autorizou os procedimentos preparativos para a doação dos órgãos”, diz o post. Depois, a página do Facebook do ex-presidente atualizou a foto de perfil e colocou uma imagem do casal sorrindo.
Além de FHC, visitaram o ex-presidente os senadores petistas Lindbergh Farias, Gleisi Hoffmann e Humberto Costa. Eles chegaram juntos e não quiseram falar com a imprensa. Depois, os ex-ministros Gilberto Carvalho, Celso Amorim e Eleonora Menicucci também entraram no hospital.
Militantes do Partido dos Trabalhadores e da sindicalistas da CUT também prestaram homenagem à ex-primeira-dama na porta do hospital. Eles colocaram rosas e fizeram orações.

Cinco adolescentes apreendidos suspeitos de assassinar adolescente com tiros e golpes de facão

Cinco adolescentes, com idades entre 14 e 17 anos, foram apreendidos, na quinta-feira (2) suspeitos de assassinar um jovem de 16 anos em novembro do ano passado na cidade de Esperança, no Agreste paraibano. Os suspeitos foram encaminhados para o Lar do Garoto, em Campina Grande.
O crime aconteceu no dia 18 de novembro do ano passado. Na ocasião, a vítima desapareceu e os familiares acionaram a PM. Após trinta dias de investigações, a Polícia Civil encontrou o corpo do jovem enterrado às margens de um barreiro da comunidade José Lopes, em Esperança, com marcas de tiro e golpes de facão.
Conforme informações repassadas pela Polícia Civil, os cinco adolescentes, que foram ouvidos na Delegacia de Homicídios, confessaram o crime. Os suspeitos costumavam se reunir com a vítima para consumir drogas e explicaram que o jovem foi morto porque estava passando informações privilegiadas para outros grupos criminosos de Esperança.
De acordo com o Delegado Seccional da Polícia Civil em Esperança, Henry Fábio, os suspeitos explicaram que atraíram a vítima para um local afastado como se fossem consumir drogas e chegando lá cometeram o homicídio. Logo depois, decidiram enterrar o corpo do jovem para dificultar as investigações policiais.
A vítima, que foi morta a tiros e golpes de facão, tinha várias passagens pela polícia por atos infracionais, entre eles tráfico de drogas. Os suspeitos no homicídio estão internos provisoriamente no Lar do Garoto, em Campina Grande.
Matéria do G1 PB

PF deflagra operação na Grande JP para investigar comércio ilegal de anabolizantes

Uma operação deflagrada na manhã desta sexta-feira (3) pela Polícia Federal investiga a atuação de uma organização criminosa voltada para o comércio de anabolizantes na Paraíba. Foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão e um mandado de condução coercitiva, quando a pessoa é levada para prestar esclarecimentos. As ações aconteceram em Santa Rita, na Grande João Pessoa.
Segundo o delegado Raoni Aguiar, as investigações foram feitas pela Polícia Federal de Goiás. “Na Paraíba apenas uma pessoa é alvo dessa operação, mas a quadrilha investigada tem ramificações em vários estados do país, como Rio Grande do Sul, Goiás e São Paulo. Então o objetivo é desarticular essa cadeia de circulação ilegal de anabolizantes”, informou. A operação recebeu o nome 'Veneno'.
O investigado foi levado para a Superintendência de Polícia Federal em Cabedelo para prestar esclarecimentos. Às 8h15, horário local, ele já havia sido liberado. Ainda de acordo com o delegado Raoni, foram encontrados 10 frascos com substância semelhante a anabolizantes na casa do suspeito. O material foi encaminhado para perícia.
"O rapaz contou que faz uso dos produtos e disse que estagiou por um tempo em uma academia de Santa Rita, porém não há provas de que ele tenha vendido os anabolizantes no local. A Polícia Federal de Goiás segue investigando e realizando os procedimentos legais", completou o policial.
Portal Correio

Desembargador transfere juiz que analisaria pedido de prisão de suspeito de matar agente de transito


O juiz Antonio Maroja Limeira Filho, que analisaria o pedido de prisão preventiva de Rodolpho Carlos, suspeito de atropelar e matar o agente Diogo Nascimento, foi transferido para a 1ª Vara Mista da Comarca de Bayeux. A decisão partiu do presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba, desembargador Joás de Brito Pereira Filho.

Antônio Maroja estava presidindo 1º Tribunal do Júri interinamente, pois o juiz titular está de férias. O órgão colegiado informou que ainda não sabe quem assumirá a função.
“Estamos aguardando o TJPB designar um novo juiz. Como essa decisão não foi publicada hoje [sexta-feira], acredito que só teremos resposta na segunda-feira”, disse um técnico judiciário ouvido pela reportagem.
A assessoria do Tribunal de Justiça da Paraíba disse que não foi informada sobre prazo para escolha de um novo presidente interino para o 1º Tribunal do Júri. “Transferências às vezes são necessárias e com certeza um novo juiz será escolhido em breve, mas ainda não recebemos um prazo”, informou.
A assessoria do TJPB também não soube informar quais motivos levaram o desembargador Joás de Brito Pereira Filho a realizar a transferência em questão.
Portal Correio