terça-feira, 13 de agosto de 2013

Vereadores revolga lei de isenção de impostos


Investigação indica que PM foi morto 10h antes da família

O sargento da Rota Luís Marcelo Pesseghini, de 40 anos, foi assassinado dez horas antes que os outros parentes mortos na Brasilândia, na Zona Norte de São Paulo, segundo informou o SPTV deste sábado (10), após relato de médicos legistas que trabalham no caso. A Polícia Civil suspeita que o filho do sargento, o adolescente Marcelo Pesseghini, de 13 anos, matou o pai, a mãe, a avó e a tia e na sequência se suicidou entre a noite de domingo (4) e a madrugada de segunda-feira (5)".
A informação sobre quando o sargento foi morto é baseada na análise das manchas de sangue e constará no laudo do Instituto de Criminalística que será entregue à Polícia Civil. O laudo necroscópico das outras vítimas também deverá ser concluído na próxima semana. A Polícia Civil aguarda agora a análise do computador usado pelo adolescente e dos telefones celulares da família.
Esta semana, a polícia já havia informado que exames preliminares apontavam a sequência de mortes na residência da Rua Dom Sebastião. Primeiro teria morrido o pai do garoto, depois a mãe, a cabo Andréia Regina Bovo Pesseghini, de 36 anos, em seguida, a avó dele, Benedita de Oliveira Bovo, de 67 anos, e a tia-avó, Bernadete Oliveira da Silva, de 55 anos.

Depoimentos
Nesta sexta-feira (9), um professor e uma professora do Colégio Stella Rodrigues, onde estudava Marcelo, foram ouvidos pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). A Polícia Civil não deu detalhes sobre os depoimentos.
"Nós queremos saber, principalmente, o comportamento do garoto na escola. Se ele fez alguma confidência, qualquer coisa neste sentido. O que vier para a gente, venha de onde vier, vai nos ajudar para gente ter uma visão completa do caso", disse o delegado Itagiba Franco, do DHPP. Ele insistiu no foco da polícia agora em descobrir a motivação do crime.
A Polícia Civil quer ouvir também duas vizinhas da família do garoto. Uma delas teria presenciado por diversas vezes Marcelo colocando e tirando o carro da garagem da casa onde ocorreram os crimes. A outra vizinha, segundo Franco, relatou a uma emissora de televisão ter visto um carro rondando a casa da família Pesseghini. A polícia tenta ainda localizar outras duas vizinhas que teriam ouvido os tiros e outros colegas de Marcelo. Para a Polícia Civil, Marcelo é suspeito de assassinar a própria familia e depois se matar.
O delegado geral da Polícia Civil, Luiz Maurício Blazec, disse que a investigação ainda não está concluída. "Nada está sendo desprezado, todos os informes trazidos pelas testemunhas estão sendo verificados e serão checados. A linha de investigação principal ainda é a autoria atribuída ao menino. O caso ainda não está concluído, aguardamos os laudos a fim de que eles possam ou não comprovar de forma concreta esta tese", disse Blazec.
Nesta quinta-feira (8), um policial militar ouvido no DHPP disse que o sargento da Rota Luís Marcelo Pesseghini, de 40 anos, havia ensinado o filho a atirar. A informação foi confirmada pelo delegado Itagiba Franco, responsável pela investigação.
Todas as vítimas morreram com tiros na cabeça disparados pela pistola .40 que pertencia a Andréia, indicou a perícia realizada nos corpos. O delegado citou que Marcelo tinha 1,60 metro e não era um garoto franzino, apontando que ele tinha condição de manipular a arma. A testemunha disse ter presenciado uma dessas "aulas de tiro", que ocorriam em um estande na Zona Sul da capital paulista.
O PM, que morava na mesma rua da família, também informou ao DHPP que o sargento e a mãe do jovem, a cabo Andréia Pesseghini, ensinaram o filho a dirigir automóveis e que o jovem tirava o carro da família todos os dias da garagem. O automóvel foi localizado na rua onde o garoto estudava e a polícia investiga se ele dirigiu até lá, assistiu à aula e só depois retornou para casa e se matou
O procurador-geral de Justiça, Márcio Fernando Elias Rosa, designou nesta quinta os promotores Norberto Joia e André Luiz Bogado Cunha para acompanhar as investigações sobre as mortes da família na Zona Norte. Os promotores deverão acompanhar Franco em todas as oitivas.
Motivação
O delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo, Luiz Mauricio Blazeck, disse nesta quinta-feira que as investigações buscam, agora, a motivação do crime.
Questionado se existe a possibilidade da participação de outra pessoa no crime, Blazeck informou que essa "não é uma questão fechada". "Dependemos dos laudos para confirmar isso. Por enquanto, continua a versão inicial", disse, em relação ao envolvimento apenas do garoto de 13 anos nos assassinatos.

Instituto de Polícia Científica não confirma se Fernanda Ellen foi estuprada antes de morrer

As informações foram obtidas com exclusividade nesta terça-feira (13) pelo programa Cidade Alerta Paraíba, exibido pela TV Correio HD, das 18h15 às 19h45

O laudo do exame PSA (Prova do Antígeno Prostático), emitido pelo Instituto de Polícia Científica, não esclareceu se a estudante Fernanda Ellen, 11 anos, foi estuprada antes de ser assassinada por seu vizinho, o vigilante Jefferson Luís de Oliveira, 25.
Segundo o Instituto, a violência sexual não pode ser confirmada devido as condições em que o corpo de Fernanda foi encontrado. As informações foram obtidas com exclusividade nesta terça-feira (13) pelo programa Cidade Alerta Paraíba, exibido pela TV Correio HD, das 18h15 às 19h45.
Entenda o caso
Fernanda Ellen, 11 anos, desapareceu no dia 07 de janeiro de 2013, depois de ter ido à escola no bairro Alto do Mateus, em João Pessoa, buscar o boletim de notas. Desde o primeiro momento, várias informações e pistas surgiram, mas nenhuma havia levado ao paradeiro da menina.
Após 90 dias de investigações, a polícia chegou até a casa do vizinho da vítima, Jefferson Luís de Oliveira e encontrou um corpo enterrado na casa do rapaz. Ele foi preso no último dia 8 de abril e confessou ter matado a estudante.
Jefferson Luís foi reconhecido por uma garota de programa que havia recebido o celular da criança em uma casa de prostituição da Rua da Areia, no Centro de João Pessoa. O acusado trocou o aparelho por pedras de crack.

200 municípios na Paraíba poderão ter acesso ao programa Minha Casa Minha Vida

O ministro Aguinaldo Ribeiro disse que a previsão é investir R$ 4,7 bilhões para construção de 135 mil imóveis no país

O Ministério das Cidades publicou nesta terça-feira (13/08) a Portaria 363, que define os critérios para operar o programa Minha Casa, Minha Vida (PMCMV) nos municípios com população até 50 mil habitantes, que serão operadas por meio do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal. O ministro Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), disse que a previsão é investir R$ 4,7 bilhões para construção de 135 mil imóveis no país.
Na Paraíba, 213 municípios poderão ter acesso aos recursos. “Este investimento vai melhorar a qualidade de vida da população dos pequenos municípios ao viabilizar o acesso à casa própria para as famílias de baixa renda, além de movimentar a economia local. Também é uma forma de ajudar a evitar a migração para os grandes centros urbanos”, pontuou Aguinaldo Ribeiro.
Os municípios com população inferior a 20 mil habitantes poderão construir através do programa até 30 unidades habitacionais. Os que tiverem população entre 20 e 50 mil poderão construir até 60 moradias. Serão, no mínimo, 3% das unidades habitacionais destinadas a idosos. O valor máximo de cada imóvel será de R$ 35 mil. O programa beneficiará famílias com renda de até R$ 1,6 mil. O beneficiário deverá arcar com 120 prestações de R$ 25,00 ou 5% da renda bruta familiar mensal.
A seleção dos beneficiários será feita pelas prefeituras. A contrapartida do município ou estado será a doação do terreno e a elaboração e execução do trabalho social junto aos beneficiários finais. Além disso, os municípios deverão providenciar a inclusão ou atualização das famílias selecionadas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) antes da indicação do candidato às instituições financeiras. As propostas devem ser apresentadas à Caixa e ao Banco do Brasil até o dia 31 de dezembro de 2013.

Policia detém dois acusados por vender drogas em frente de escola na Capital


De acordo com o cabo Bernardes, do 5º BPM, também foram apreendidas 12 gramas de cocaína e quantia de R$ 190

Na manhã desta terça-feira (13), foram detidas duas pessoas vendendo drogas na porta da Escola estadual Compositor Luis Ramalho (E.E.E.F.M), no bairro de Mangabeira I. De acordo com o cabo Bernardes, do 5º BPM, também foram apreendidas 12 gramas de cocaína e quantia de R$ 190.
Joerdson Firmino Silvino, 18 anos, foi preso e estava com a droga no bolso da bermuda. Além dele um adolescente de 16 anos também foi apreendido durante a abordagem de rotina da Polícia Militar.
As detenções aconteceram após denúncias anônimas que uma dupla estaria vendendo drogas em frente à escola do Estado.

Polícia apreende 18 quilos de drogas enterradas dentro de tonel

    Políciais militares da Força Tática do 7º Batalhão aprenderam, neste domingo (22), aproximadamente 18 kg de uma substância se...