quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Tatiana diz que só dois secretários já estão confirmados para sua gestão

A prefeita eleita de Conde, Tatiana Corrêa garantiu que irá realizar a tradicional festa de Reis da cidade. Tatiana lembrou que a festa foi iniciada por seu pai e ex-prefeito da cidade, Almir Correa. "Vou começar minha gestão realizando a festa de Reis que foi realizada pela primeira vez quando meu pai era prefeito, por isso não posso deixar de cumprir essa tradição", garantiu.

A futura gestora do Conde, foi entrevistada na rádio Paraiba 101 FM no programa Polêmica Paraíba desta quarta-feira (28), e falou dos seus sonhos como gestora. "Meu maior sonho é instalar o hospital da cidade, pois há vários anos não se nasce um condense, a não ser quando nasce em casa ou a caminho do hospital. Outro sonho antigo é o abastecimento d'água na cidade, vou lutar para que os lares do Conde tenha abastecimento garantido", disse Tatiana.

Em relação as obras, Tatiana disse que tentará fazer de Jacumã um dos atrativos principais do Conde. "O Conde não é só Tabatinga, Tambaba, Carapibus... Jacumã é fonte de turismo e vamos investir lá, começando pela reforma e ampliação da quandra, não neste carnaval, mas no próximo", declarou a gestora.


Sobre a transição ela disse que ficou surpresa com a transparência e recebimento da equipe do prefeito que está ajudando em tudo que é necessário. "Eu até pensei que teria algum problema na transição, mas tudo está ocorrendo na mais perfeita ordem e estão nos atendendo muito bem".

O secretariado também foi pauta da entrevista, e a prefeita afirmou que só irá revelar alguns nomes da sua equipe em janeiro. "No momento só dois nomes estão garantidos, depois da festa de reis, irei anunciar mais alguns". Finalizou.

Recentemente Tatiana anunciou que só sua filha Juliana e sua nora estão confirmadas como secretárias na sua futura gestão. "Além de serem de confiança, elas tem competência", disse.

Morreu aos 75 anos 0 jornalista Joelmir Beting

Morre o jornalista Joelmir Beting (Foto: Reprodução Globo News)
Morreu no início da madrugada desta quinta-feira (29) o jornalista Joelmir Beting, aos 75 anos. Ele estava internado desde o dia 22 de outubro no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, e, no domingo (25), sofreu um acidente vascular encefálico hemorrágico (AVE).
Nesta quarta-feira (28), o hospital Albert Einstein informou que o jornalista estava em coma irreversível.
O corpo de Joelmir Beting será velado a partir das 8h, no Cemitério do Morumbi, na Zona sul. O velório vai ser aberto ao público. A cremação ocorrerá no Cemitério Horto da Paz, em Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo, às 16h, numa cerimônia restrita à família.
Seu filho, o também jornalista Mauro Beting, divulgou na rede social Facebook o horário da morte do pai, e escreveu: “um minuto de barulho por Joelmir Beting: 21 de dezembro de 1936 - 0h55 de 29 de novembro de 2012”. Mauro estava no ar, na Rádio Bandeirantes, quando soube da morte do pai, e leu uma carta
Joelmir Beting e sua mulher durante jantar em Nova York; coma é irreversível (Foto: Alcyr N. da Silva/Folhapress)Joelmir Beting e sua mulher, em NY.
(Foto: Alcyr N. da Silva/Folhapress)
Joelmir atuava como comentarista de economia no grupo Bandeirantes. Ele tinha mais de 55 anos de carreira.
Joelmir Beting nasceu em Tambaú, interior de São Paulo, em 21 de dezembro de 1936. Em 1957, começou a estudar sociologia na Universidade de São Paulo (USP) para fazer carreira no jornalismo. Em 1957, iniciou carreira na editoria de esportes. Trabalhou nos jornais “O Esporte” e “Diário Popular” e também na rádio Panamericana, que posteriormente virou Jovem Pan.
Em 1962, sociólogo formado, trocou o jornalismo esportivo pelo econômico. Em 1968, virou editor de economia do jornal “Folha de S.Paulo”. Em 1970, lançou sua coluna diária, que foi publicada durante anos por uma centena de jornais brasileiros, com o timbre da Agência Estado.
Em 1991, o profissional iniciou nova fase no jornal “O Estado de S.Paulo”. A coluna foi mantida até 30 de janeiro de 2004. No mesmo ano que ela foi lançada, em 1970, Joelmir também começou a passar informações diárias sobre economia nas rádios Bandeirantes, CBN, Jovem Pan e Gazeta e nas redes de TV Bandeirantes, Gazeta, Record e Globo, até 2003. Em março de 2004 voltou ao grupo Bandeirantes. Permaneceu até hoje como comentarista econômico nas rádios Band News FM e Bandeirantes, e também do Jornal da Band, na TV. Também era um dos âncoras do programa de entrevistas “Canal Livre”. Na Rede Globo, trabalhou por 18 anos.
Ele escreveu ainda dois livros: "Na prática a teoria é outra" e "Os juros subversivos".
Joelmir Beting deixa dois filhos: o publicitário Jean Franco e o jornalista esportivo Mauro.

Vídeo mostra jovem ainda vivo dentro de viatura e aparece morto depois

Um vídeo postado no Youtube e divulgado inicialmente pelo programa Tribuna Livre da TV Arapuan mostra a morte do jovem José Almeida Neto, 27 anos, que foi assassinado dentro do porta-malas de uma viatura da Polícia Militar, após ser detido e algemado. O vídeo mostra o momento da prisão de José, em seguida alguns disparos são ouvidos e depois o jovem a aparece morto dentro do porta malas da viatura. Na versão divulgada inicialmente, José Almeida, teria pulado do porta-malas para o banco de trás da viatura, pego um metralhadora que estava na frente e passado a atirar contra os policiais. No vídeo, ele aparece dentro do porta malas da viatura e sem armas.

Idosa deixa fortuna pra vizinha

A idosa Betty Harris, que morreu viúva e sem filhos aos 95 anos em 2009, deixou sua fortuna avaliada em R$ 26 milhões para uma vizinha que cuidou dela, num bairro nobre de Sydney, na Austrália. Beatrice Gray ajudava com tarefas como levar pão e leite e tirar o lixo para a amiga. A vizinha se limitou a contar ao "Daily Telegraph" apenas que é "muito grata a Betty Harris".
Segundo informações, Betty queria deixar seu dinheiro para Beatrice e o marido porque eles não estavam esperando, além de não confiar nos sobrinhos. "Estou determinada a fazer com que os meus parentes, depois do que me fizeram passar, não fiquem com um centavo", teria dito a idosa.
Inicialmente, a fortuna de Betty ficaria para os sobrinhos, que atualmente lutam pelo dinheiro na Justiça. Em 1996, ela fez um testamento para a sobrinha Caralie Hart, mas mudou de ideia quando soube que a jovem queria colocá-la numa casa de repouso e nomear um representante para assumir o controle das finanças.
A idosa acabou perdendo o controle do dinheiro através de uma série de medidas legais, e teve que pedir um empréstimo à vizinha. Beatrice e o marido ajudaram a idosa a pagar as contas do carro, organizar as finanças e garantiram que ela não fosse “roubada”.
Durante uma audiência do processo, foi revelado que Betty não tinha contato com os sobrinhos e sobrinhas. Ela disse a funcionários do hospital, em 2005, que não falava com eles há 13 anos.