sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Incêndio causou apagão que atingiu Nordeste e Norte do País, informa ONS

O apagão que afetou o nordeste e parte da região norte do País na madrugada desta sexta-feira, 26 incluindo a Paraíba, foi causado por um incêndio em uma linha que liga o sistema Norte-Nordeste ao sistema Sul-Sudeste, segundo informações preliminares do diretor geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Hermes Chipp. De acordo com o ONS, o problema teve início por volta das 0h14 (horário de Brasília) e as linhas começaram a ser recompostas às 1h20 em algumas cidades - o número não foi especificado.

Às 2h40 da madrugada a energia foi restabelecida nos locais atingidos na região Norte e depois, às 5h30, no Nordeste, segundo a ONS.

Em entrevista ao Bom Dia Brasil, da TV Globo, Chipp afirmou que uma reunião do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) foi marcada para as 11h desta sexta para avaliar com maior precisão os motivos da falta de energia. Ele adiantou, no entanto, que a pane pode ter começado com um curto-circuito em uma linha entre as subestações nos municípios de Colinas, no Tocantins, e Imperatriz, no Maranhão.

"Em princípio, sem identificação de causa com precisão ainda, houve um incêndio em uma chave seccionadora de um equipamento que é um capacitor série do circuito dois da linha de transmissão de 500 kV entre as subestações Colinas e Imperatriz, a interligação do sistema Norte-Nordeste ao sistema Sul-Sudeste", explicou.

Após o incêndio, um sistema de proteção desligou todas as linhas, com oito circuitos que se conectam à subestação Colinas, isolando o sistema Norte-Sul do restante da rede, informou Chipp.

Furacão da CPI contrata assessor e cobra R$ 5 mil para fazer presença

Bota aí que agora é que o Furacão vai ser furacão mesmo, avisa a ex-assessora parlamentar do Senado Denise Leitão Rocha, três meses após ter um vídeo íntimo seu divulgado na internet e ser visto por parlamentares durante a CPI do Cachoeira, o que lhe rendeu o apelido de Furacão da CPI. Quem queria me ver no buraco se frustrou. Me reergui, comemora a brasiliense de 29 anos.
A nova fase, descrita por Denise como uma mudança total, começou com a decisão de encarar os fatos e aceitar o convite da revista Playboy para posar nua, após ser demitida do Senado. Fiquei conhecida por causa de uma sacanagem. Ia ?morrer? ali, difamada, como uma garota de programa de Brasília, reclama. Mas tenho contas para pagar. Não é porque apareci pelada que não tenho dignidade.
Com a autoestima resgatada pelos elogios ao ensaio nu e o apoio do namorado - o empresário Bernardo Pietro, que recentemente a pediu em noivado -, ela decidiu aproveitar a maré. Se antes ganhava cerca de R$ 10 mil por mês (como assessora e com trabalhos como advogada freelancer), agora cobra até R$ 5 mil para fazer uma presença em festas. Para presença VIP, pode falar com a minha assessoria, diz ela, que agora anda com o assessor a tiracolo.
Denise não revela quanto faturou com a Playboy. Fiz para pagar as custas do processo, justifica, referindo-se à batalha judicial contra o ex-namorado que tornou o vídeo público. E quero ajudar a minha mãe. Ela tem enfisema pulmonar e gasta três mil reais por mês em remédio, conta, sem querer dar detalhes sobre a família. Eles estão muito tristes.
A ex-assessora também ainda chora quando lembra o que aconteceu, mas não depende mais de remédios para dormir. As sessões de terapia continuam, entre uma viagem e outra a trabalho. Denise não quer mais saber de política - me fez muito mal -, e diz que se quisesse de fato aparecer, teria aceitado as várias propostas que recebeu de deputados e senadores para sair ? alguns chegaram a oferecer dinheiro. Já pensou um vídeo com um deles? Aí sim seria um escândalo, alfineta. Não faltam senadores e deputados dando em cima. Mas nunca namorei um político, e nunca namoraria.

Paraíba já tem 5.671 casos de dengue clássica registrados este ano

A Secretaria de Estado da Saúde, divulgou nesta terça-feira (22) um novo boletim da dengue no Estado. Os dados são relativos a 42ª semana epidemiológica e correspondem ao período de 1º de janeiro a 18 de outubro, onde foram verificadas a notificação de 11.002 casos da doença, sendo que deste total 5.671 foram confirmados como dengue clássica.
O último boletim divulgado no início deste mês de outubro mostrava um total de 5.332 casos confirmados de dengue clássica na Paraíba, o novo levantamento traz um acréscimo de 339 casos confirmados da doença.
De acordo com a análise da Gerência de Vigilância em Saúde da SES, o número de casos graves confirmados chegou a 153 e do total de 11.002 notificações, 2.292 foram descartadas e o restante continua sendo investigado.
De acordo com a gerente executiva de vigilância em saúde Talita Tavares, durante a 42ª semana epidemiológica não houve nenhum registro de mortes, ela disse ainda que até agora foram confirmadas oito mortes por dengue na Paraíba, sendo cinco na capital João Pessoa, uma em Bayeux na Região Metropolitana e uma em Itabaiana no Agreste do Estado.

Da redação com G1PB

Bebê morre em hospital da PB e família denuncia falta de leitos de UTI

Um bebê de apenas 45 dias, com problemas cardíacos, morreu no final da tarde desta quarta-feira (24) em João Pessoa, no Complexo Hospitalar Governador Tarcísio Burity, mais conhecido como Trauminha de Mangabeira. Ele deu entrada ainda de manhã, em estado grave, mas segundo a família a culpa pela morte da criança foi a falta de leitos em unidades de terapia intensiva pediátricas na cidade. Segundo a tia da criança, Danielle Araújo da Silva, vários hospitais foram procurados e em nenhum deles a criança foi atendida.
Ainda de acordo com Danielle, o sobrinho estava com falta de ar e foi atendido por volta das 7h30 (horário local) no Trauminha de Mangabeira. A equipe médica realizou uma pequena intervenção cirúrgica para implantar um marcapasso na criança, que em seguida foi entubada para receber oxigênio por meio de aparelhos.
Era preciso então que o bebê fosse internado em uma UTI pediátrica, mas não havia o leito disponível no Trauminha, levando a uma busca pela vaga em cinco outras unidades hospitalares: Hospital Infantil Arlinda Marques, Maternidade Frei Damião, Maternidade Cândida Vargas, Hospital Universitário e Hospital Santa Isabel, conforme relatou a tia do bebê.
Danielle disse só no final da tarde foi encontrada uma vaga no Hospital da Unimed, mas a criança morreu por volta das 16h55 antes de ser transferida. Ela informou também que a família só foi avisada da morte da criança às 18h (horário local).
De acordo com Raiana Mota, responsável pelo plantão administrativo na noite desta quarta-feira (24) no Complexo Hospitalar Governador Tarcísio Burity, o bebê atendido no hospital era prematuro e tinha histórico de problemas cardíacos. A criança atendida era um bebê prematuro de 45 dias, cardiopata, que foi trazido pelo Samu. Durante o atendimento ele teve uma parada cardiorrespiratória e foi entubado. A Secretaria Municipal de Saúde conseguiu uma vaga na UTI do Hospital da Unimed, mas infelizmente na hora da transferência ele não resistiu e veio a óbito, explicou a plantonista.
Raiana Mota confirmou que foram feitas diversas tentativas em outros hospitais e que a vaga não foi conseguida. Realmente foram feitas diversas tentativas em outros hospitais. Tendo em vista a negativa, a Secretaria Municipal de Saúde conseguiu a vaga na Unimed, mas infelizmente o bebê não resistiu, concluiu.