terça-feira, 23 de outubro de 2012

Tatiana Corrêa se emociona em homenagem na fundação Educar


Mãe tem esperança de encontra filha viva, após suspeito confessar ter matado a menina

A mãe de Gabrielly Caroline Dias Rocha, 10 anos, criança desaparecida desde quinta-feira (18) em Uruana, na região central de Goiás,  Rosana Dias Rocha, 30 anos, tem a esperança de encontrar a filha com vida. “Eu quero a minha filha viva e quero justiça. Quero que Deus toque no coração dele [o vizinho preso suspeito de envolvimento com o sumiço e que, segundo a polícia, confessou ter matado a criança] para ele contar a verdade, onde está a minha filha”, diz.
Rosana Dias Rocha, mãe de Gabrielly, em Uruana, Goiás (Foto: Reprodução/TV Anhanguera) Conhecidos e amigos da família se revezam na espera por informação sob uma tenda montada em frente à casa da família de Gabrielly. “Nós estamos sentindo muito. A gente está pedindo a Deus que ela apareça com vida. Que ela seja devolvida à família com vida”, afirma uma amiga da família, Valdete Moreira.
A garota não foi mais vista pela família quando saiu de casa para doar um cachorrinho. Apenas as sapatilhas que a criança usava foram encontradas na porta da casa do suspeito. Um vizinho e conhecido da família é considerado pela polícia o principal suspeito. Ele foi preso na sexta-feira (19) e, segundo a polícia, confessou o crime.
O suspeito de cometer o crime já mudou a versão sobre o local onde abandonou o corpo mais de uma vez. Agora uma equipe do Corpo de Bombeiros faz buscas no Rio Uru, que passa na cidade de Uruana. Eles desceram cerca de 20 quilômetros atrás de alguma pista.
O vizinho e principal suspeito de envolvimento no desaparecimento de Gabrielly foi detido pela polícia, em Uruana, um dia depois de a criança ter sumido. Segundo a polícia, ele chegou a confessar o assassinato da menor. Revoltada, uma multidão tentou invadir a delegacia da cidade para linchá-lo no domingo (21).

Em Alagoinhas família se asusta em velório o morto esta vivo

Uma família de Alagoinhas, cidade a cerca de 100 Km de Salvador, levou um susto ao descobrir, no meio do velório, que o corpo que seria sepultado por eles não era do lavador de carros Gilberto Araújo, de 41 anos. Gilberto surpreendeu a todos e provocou corre-corre ao aparecer no velório em casa, onde estavam muitos amigos e parentes.
“Teve muito susto. As meninas caindo ali, desmaiando, gente correndo. A rua encheu de moto, de carro, de tudo”, conta a vendedora Maria Menezes.
Gilberto disse que soube na rua, por um amigo, de toda a confusão. Ele conta que ligou para falar com alguém no velório, mas quem atendeu achou que era um trote. Então, ele resolveu ir pessoalmente mostrar que estava vivo.
“Um colega me ligou [dizendo] que tinha um caixão, que era eu que estava morto. Aí eu disse ‘gente, mas eu tô vivo, me belisca aí”, conta Gilberto.
Segundo um irmão de Gilberto, o último encontro da família com o lavador de carros tinha ocorrido há cerca de quatro meses."Ele só aparece de ano em ano, a gente fica muito tempo sem encontrar. Ele mora aqui em Alagoinhas, mas cada dia está em um lugar diferente", diz José Marcos Santana Santos, irmão de Gilberto.
O corpo que a família reconheceu na manhã de domingo (21), no Departamento de Polícia Técnica local, é de um homem muito parecido fisicamente com Gilberto, o que provocou o equívoco entre os familiares, desde a liberação do corpo até a cerimônia de velório. Ninguém percebeu a troca até que Gilberto aparecesse na casa.
“Eu fiquei muito alegre porque qual é a mãe que tem um filho que dizem que está morto e depois aparece vivo?”, diz a mãe Marina Santana.
Homem chega em casa e interrompe o 'próprio' velório em Alagoinhas (BA) (Foto: Reprodução/ TV Subaé)
O corpo, ainda com identidade desconhecida, foi liberado do DPT na manhã de domingo e velado durante toda a noite na casa da mãe do lavador de carros. O enterro estava previsto para o final da manhã de segunda-feira (22). Depois que a situação foi esclarecida, o corpo foi devolvido à Polícia Técnica.
“Vai ser ter tudo desconstituído e mais trabalho para a Justiça, tanto documental, quanto processual. Iremos começar do zero mais uma vez”, diz o delegado Glauco Suzart.

Denuncia Tem ambulancia do SAMU na Paraíba que tá servindo para o trafico

Polícia Federal está apurando denúncia de que o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) de João Pessoa está sendo utilizado para traficar armas e drogas, entre outras irregularidades, inclusive, desvio de verbas. Os denunciantes estão sendo alvos de ameaças por parte dos investigados que já foram afastados do serviço por parte da Prefeitura Municipal de João Pessoa.
  A denúncia, que faz parte de matéria da Revista Época,  foi feita pelo motorista do Samu, Valdemir Santos Evaristo, ao relatar que em 2011 foi convidado para participar do esquema criminoso que já está sendo investigado, desde agosto, deste ano, pelo delegado Felipe Alcântara, da Polícia Federal. Com medo das ameaças, revelou o motorista, passou a residir no interior de Pernambuco.
  Na íntegra a matéria públicada pela Revista Época:
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) é a linha de frente da saúde pública desde 2003, quando suas ambulâncias começaram a ser distribuídas pelo país. Ainda hoje, a maioria das cidades não dispõe delas em número suficiente. Também são frequentes as denúncias de que elas estão em más condições ou sucateadas. O milhão de pessoas que vivem na região metropolitana de João Pessoa, na Paraíba, dispõe de apenas 16 ambulâncias. Lá, as denúncias envolvem crimes, e não apenas o mau estado dos veículos.
Desde o início de agosto, a Polícia Federal (PF) investiga um esquema de venda de plantões disseminado entre os funcionários do Samu da capital paraibana. Segundo as denúncias, eles fazem escalas mensais de dez plantões e recebem por 25. Uma pequena parte do dinheiro, o equivalente a cinco turnos, fica com o funcionário. O restante vai para seus chefes. “É desvio de verbas”, diz o delegado federal Felipe Alcântara, responsável pelo caso.
  A apuração começou depois que um dos motoristas socorristas denunciou os crimes. Valdemir Santos Evaristo, de 34 anos, relatou que, no início de 2011, foi convidado a participar da quadrilha por seu então superior imediato, José Leonardo Alves, um ex-policial militar. No mesmo dia, Evaristo diz que foi procurado pelo coordenador administrativo do Samu de João Pessoa, Gilmore Lins. À PF, Evaristo declarou que Gilmore sugeriu que ele pedisse transferência para o Samu de outro município. Novamente, Evaristo não concordou. “Recusei, e minha vida virou o inferno”, diz. Em seguida, começou a receber ameaças. Em março, resolveu contar tudo o que sabia à secretária municipal de Saúde, Roseana Meira. Para provar que dizia a verdade, levou duas testemunhas, uma técnica de enfermagem e uma telefonista do Samu. Roseana ouviu e pediu provas materiais.
Dias depois, Evaristo voltou com documentos com evidências de que seus colegas haviam fraudado as escalas de plantão. Nessa conversa, deu mais detalhes da fraude e dos desmandos ocorridos no Samu. Segundo Evaristo, muitos chamados de socorro da população deixavam de ser atendidos porque as equipes estavam de plantão só no papel. Recebiam como se tivessem trabalhado, mas não estavam lá quando ocorriam as emergências. Outras vezes, os doentes deixavam de ser resgatados porque as ambulâncias eram usadas para fins particulares, como para levar os filhos dos funcionários à escola ou fazer compras.
Os delitos e irregularidades presenciados por Evaristo, pela técnica de enfermagem e pela telefonista não se restringiam ao superfaturamento de plantões. Eles relataram que as ambulâncias do Samu também eram usadas para traficar armas e drogas. “Isso era feito de noite e nos fins de semana. A gente via os carregamentos de pistolas e revólveres três ou quatro vezes por mês. Era tudo novinho. A droga era uma coisa mais escondida. No prazo de um ano, só vi oito ou dez vezes”, disse Evaristo a ÉPOCA. Segundo ele, os carregamentos incluíam tabletes de maconha, trouxas de cocaína e pedras de crack. Evaristo diz não saber que destino era dado às armas ou às drogas.
  Depois que Evaristo e suas testemunhas fizeram o relato à secretária Roseana Meira, José Leonardo Alves e outros dois envolvidos foram afastados de suas funções. As punições não interromperam as ameaças. “Falei com a doutora Roseana pensando que recobraria minha vida, mas o que aconteceu foi o contrário”, afirma. De acordo com o relato de Evaristo, em junho, a casa dele foi invadida, e sua mulher agredida. Na central do Samu de João Pessoa, diz ele, um soldado dos Bombeiros tentou agredi-lo e jurou matá-lo. Acabou contido pelos colegas. Um colega de Samu entrou armado numa das bases das ambulâncias à procura de Evaristo, que não estava de plantão naquele momento. Ele diz que dias depois foi emboscado por dois homens numa motocicleta. O carona atirou em seu carro.

Apavorado, Evaristo resolveu se esconder no interior pernambucano. Achou que estaria mais protegido se sua história fosse pública e estivesse nas mãos das autoridades. Por isso, gravou dois vídeos em que relata os crimes que presenciou e as ameaças que sofreu. Os depoimentos foram colhidos pelo dono de uma produtora de um amigo de Evaristo. Deu cópias a um amigo, ao produtor e ficou com outra (assista ao vídeo ao lado). Em seguida, Evaristo seguiu a recomendação de um advogado e depôs à PF. A notícia crime registrada pelo delegado Felipe Alcântara é farta em detalhes sobre a venda de plantões. Traz o nome de José Leonardo Alves e de outros quatro acusados por Evaristo, além de quatro testemunhas. Além da técnica de enfermagem e da telefonista que o acompanharam no depoimento à secretária de Saúde, estão relacionados outro técnico de enfermagem e um sargento da Polícia Militar da Paraíba, ex-funcionário do Samu.

O delegado Alcântara considera a denúncia sobre o desvio de verbas públicas suficiente para embasar um inquérito. Para ele, as acusações sobre o superfaturamento de plantões foram consistentes o suficiente para que ele decidisse ouvir a secretária Roseana Meira. Alcântara não deu o mesmo tratamento às informações sobre tráfico de armas e de drogas. Segundo ele, Evaristo não apresentou provas materiais desses crimes nem indicou como elas poderiam ser obtidas.

Questionada sobre as denúncias, a prefeitura de João Pessoa levou 48 horas para se manifestar. Só o fez depois que as questões chegaram ao gabinete do prefeito, Luciano Agra (PSB). A Secretaria de Saúde deu respostas contraditórias às denúncias formuladas por Evaristo. Primeiro, afirmou em nota que aguarda o resultado das investigações da PF para decidir se abre um inquérito próprio para investigar o superfaturamento de plantões.

Depois, enviou outra comunicação afirmando que o processo interno está aberto. A secretária Roseana Meira evitou atender a reportagem de ÉPOCA em seu gabinete e em casa. Gilmore, que ofereceu transferência a Evaristo, disse desconhecer as fraudes nos plantões. Indagado sobre o afastamento de José Leonardo Alves, desligou o telefone.

O motorista Evaristo voltou a sua casa na região metropolitana de João Pessoa. Sua família não. A mulher e os dois filhos dele moram, agora, com parentes. Evaristo vive só e usa colete à prova de balas. Quando precisa sair, pede que amigos policiais o acompanhem fardados e armados. “Acho que vou morrer por causa disso. Quero entrar no programa de proteção a testemunhas”, diz.

Adolescente esfaqueia o pai

Uma adolescente de 15 anos é suspeita de esfaquear o pai em Campina Grande, no Agreste da Paraíba, na tarde da segunda-feira (22). De acordo com a Delegacia da Infância e Juventude, a garota não foi detida pela polícia para prestar esclarecimentos sobre o caso.
 Conforme a polícia, o caso aconteceu por volta das 14h no bairro do Catolé. Pai e filha teriam discutido verbalmente por motivo ainda desconhecido, quando a jovem pegou uma faca e avançou contra o próprio pai.
O homem de 39 anos foi socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e  encaminhado para o Hospital de Trauma de Campina Grande. De acordo com o setor de Serviço Social o estado de saúde dele é considerado regular.

Brincadeira com arma acerta jovem de 23

Jovem de 23 anos foi baleada na noite da segunda-feira (22) na no bairro Castelo Branco em João Pessoa. Ela contou aos socorristas do Samu que uma amiga atirou acidentalmente na direção dela.
O caso aconteceu dentro da casa da jovem  na comunidade São Rafael. Ao ser atendida, ela contou que brincava com uma amiga que estava com a arma e em um determinado momento a arma disparou e atingiu seu peito. Ela disse ainda que a arma é da amiga.
Expedito Meireles da Silva, pai da jovem, tentou levar a garota para o hospital em um carro, mas no caminho encontrou uma ambulância do Samu, que fez o primeiro atendimento, e encaminhou a jovem para o Hospital de Emergência e Trauma. Enquanto aguardava a filha no hospital, ele contou que ela estava muito assustada. “Ela pediu várias vezes para não morrer”, disse Expedito.
De acordo com o boletim divulgado pelo Trauma nesta terça-feira (23), o estado de saúde da jovem é considerado regular.

Circo em João Pessoa

Para os fãs de circo uma boa opção:
O Le Cirque segue em cartaz em João Pessoa apresentando o espetáculo ‘Amar’. As sessões acontecem de terça a sexta-feira às 20h30, nos sábados às 18h e 20h30 e nos domingos e feriados às 16h, 18h e 20h30.
Os ingressos estão à venda na bilheteria do circo, que foi montado no bairro Bessa, por trás do Retão de Manaíra, por R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia - para crianças de 2 a 12 anos, idosos ou mediante a apresentação da carteira de estudante).
A previsão inicial é que o circo fique na cidade até o dia 15 de novembro, mas, dependendo do público, esse período pode ser estendido.
O circo foi criado em 1999 na França e agora faz sua primeira turnê na região Nordeste depois da reformulação das atrações do espetáculo, retirando os animais do picadeiro.
As principais atrações do espetáculo são o Globo da Morte, a dupla Tarzan e Jane com seu balé aéreo, o pêndulo humano e o palhaço galã. O circo tem mais de 70 pessoas, entre artistas e técnicos.
Segundo a organização, o circo tem uma estrutura de interna de 2,6 mil m² de área, contando com palco e acomodações, e tem capacidade para 1.400 pessoas.

Bacurau vendedor de redes foi assassinado

O vendedor de redes conhecido como Adriano 'Bacurau' foi assassinado na manhã desta segunda-feira (22), em frente ao Cemitério Campo da Paz, no Loteamento Portal, em São Bento, no sertão paraibano.
Segundo a polícia, a vítima havia chegado de Goiânia, capital do estado de Goiás, no último domingo (21), e poucas horas depois foi executada com um disparo de espingarda calibre 20.
A polícia revelou, também, que a autoria do crime é desconhecida e que o corpo da vítima permaneceu por várias horas no local do crime antes de ser conduzido para o IML de Patos.