domingo, 10 de junho de 2012

PT de Conde vence com 60% de votos filiados aprova a candidatura própria do partido

Padre  Severino sendo acolhido pelo povo que estava na expectativa da votação

Domingo de muitas expectativas para militantes do PT (partido dos trabalhadores) a votação deu-se início por volta das 8hs da manhã. NO CRAS antigo prédio da Camara Municipal ao lado da Praça Pedro Alves.
ao meio deputado frei Anastacio, padre Severido segurando a Bandeira do partido e na lateral Ivo presidente do partido
 Tranqüila ordeira e organizada. As horas se passavam e a apreensão e muita emoção dos militantes e associados do PT do B.
A votação de hoje foi para decidir a candidatura própria do PT ou o apoio ao PT do B.
Nosso reporte Wagner Assunção entrevistando frei Anastácio Deputado
 Com aproximadamente 60%  de votos filiados aprova a candidatura própria do partido dos trabalhadores Conde. Havendo então uma possibilidade do Edinho Mendes recorrer pela decisão para haver uma outra votação.
 Com aproximadamente 60% de aprovação entre os filiados com 52 votos aprovando o PT ter sua candidatura própria a prefeito. 39 votos  para que o partido pudesse apoiar o PT do B (partido da pré-candidata Tatiana Correa) e apenas um voto nulo.
Alguns filiados não poderão votar por não estarem em dia com as outras votações anteriores do partido.
Um grande número de políticos e pré-candidatos estiveram no local de votação.
hora de abertua da  urna só quem esteve acesso além da diretória o sistema J.A
Após o resultado da eleição interna do PT um grande número de veículos com muitas pessoas seguia pelas ruas da cidade até Gurugi onde teve muito forró e animação.
Marcamos a presença de Deputado Frei Anastácio, Pré-candidatos a prefeito como Dr. Quintino Régis, Tatiana Corrêa e Charles Pereira, O prefeito Aluísio Régis, do vereador Luzimar Nunes e do Padre Severino Melo.
a espera do resultado prefeito Aluísio a esquerda do visor e a direita do visor o pré-candidato Dr. Quintino

Opositores ao meio a pré-candidata a prefeito Tatiana Corrêa

Travessia Batalha Naval do Riachuelo

Travessia Batalha Naval do Riachuelo em João Pessoa (Foto: Cadu Vieira)A orla de João Pessoa recebeu na manhã deste domingo 143 atletas para a 1ª Travessia Batalha Naval do Riachuelo. Os competidores percorreram 1.500m da maratona aquática, largando da Praia do Cabo Branco e voltando à areia na Praia de Tambaú. Os nadadores competiram em 33 categorias.
A maré alta permitiu ao público acompanhar a prova em detalhes - desde a largada, em frente ao Grupamento de Busca e Salvamento do Corpo de Bombeiros, até a chegada, em frente ao Busto de Tamandaré.
Antes de os competidores caírem nas águas do mar, o pessoal da Capitania dos Portos (organizadora do evento) passou as instruções do percurso e comandou um aquecimento com todos os atletas devidamente incritos e com aqueles que apenas participavam da prova.
Roberto Siqueira, vencedor da 1ª Travessia Batalha Naval do Riachuelo, em João Pessoa (Foto: Cadu Vieira)
Roberto Siqueira, de Pernambuco, foi o campeão
Pouco depois das 9h, os atletas foram ao mar para o trajeto de 1.500m. A expectativa, então, voltou-se para a linha de chegada, onde, 25m12s mais tarde, pisou as areias o pernambucano Roberto Siqueira, primeiro colocado entre os homens.
- Foi uma prova boa e foi muito bom nadar aqui. Dessa vez, na verdade, eu vim muito mais pelo prazer de nadar do que para competir, já que fiquei um período parado e retomei as braçadas há pouco tempo - revelou o campeão.
Entre as mulheres, a primeira colocada foi a paulista Vanessa Bley. A atleta, que completou o percurso em 29m32, se deu ao trabalho de fazer apenas um terço das suas atividades comuns, já que é especialista em triatlo.
Vanessa Bley, campeã da Travessia Batalha Naval do Riachuelo (Foto: Cadu Vieira)
Vanessa Bley, triatleta paulista, chegou em primeiro
no feminino
- Gostei muito de competir aqui, mas pareceu que não tinha apenas 1.500 metros. Geralmente faço essa distância em 24 ou 25 minutos. Mas valeu a participação. Foi muito bom - disse Vanessa, que mora e treina em João Pessoa há três anos.

Mulher confessa ter matado o marido o executivo da Yoki

Mulher mata o marido com um tiro na cabeça, enquanto a filha de um ano dormia.
A cena do crime é a cobertura de 500 metros quadrados, onde o casal morava na Zona Oeste de São Paulo.
Dez horas depois, ela esquarteja o corpo e leva os pedaços em três malas de viagem para uma estrada de terra. Nos 15 dias depois do assassinato, vive normalmente. Diz a todos que o marido desapareceu, e que espera o contato dos sequestradores. Sustentou a mentira até ser presa.
“Ela confessa espontaneamente que ela é autora do homicídio. E confessa também que ela praticou sozinha”, diz o delegado Jorge Carrasco, diretor do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa.
O Fantástico conta quem é a bacharel em direito e técnica de enfermagem Elize Matsunaga, de 30 anos. Nesta semana, ela deu detalhes à polícia de como matou e dilacerou o corpo do marido, o diretor-executivo da indústria de alimentos Yoki, Marcos Matsunaga, de 41 anos.
Depois de matar o marido, Elize saiu dirigindo o próprio carro. Pretendia ir até o Paraná, mas desistiu depois de 200 quilômetros. Parou em Cotia, na Região Metropolitana, para se livrar do corpo. As malas vazias foram deixadas em uma caçamba e a faca usada no crime, numa lixeira de um shopping.
Casada havia dois anos, Elize tinha uma rotina luxuosa, com carro blindado, três empregadas, viagens ao exterior, almoços e jantares em restaurantes caros.
O CRIME
A polícia analisou imagens de câmeras de segurança do prédio onde morava o casal, na zona oeste de São Paulo. No sábado (19), o casal, a babá e a filha do casal --de um ano-- chegam ao apartamento por volta das 18h30. A babá, dispensada, foi embora logo em seguida.
Cerca de uma hora depois, Matsunaga desce até a portaria para pegar uma pizza. Ele estava com a mesma roupa --uma camisa marrom-- encontrada pela polícia nos locais onde pedaços de seu corpo foram deixados.
Às 5h de domingo (20), a babá chega ao apartamento --ao qual ela possui acesso limitado, não podendo circular por todos os cômodos. Por volta das 11h30, Elize desce até a garagem, pelo elevador de serviço, com três malas.
Às 23h50, ela retorna sem as malas. Segundo a polícia, ela afirmou que esqueceu as malas no carro. "O fato é que ele entrou no apartamento vivo e de lá não saiu", disse o delegado Jorge Carrasco, chefe do DHPP.
Os policiais do DHPP (departamento de homicídios) suspeitam que Elize contratou um detetive para seguir o executivo. E descobriu que, entre 17 e 18 maio, ele saiu com algumas mulheres.
Apesar de Elize dizer que cometeu o crime sozinha, uma testemunha diz ter visto quando um motociclista, vestido de preto e em uma moto escura, jogou sacos plásticos azuis em uma região de mata de Cotia (Grande SP). O possível envolvimento de outra pessoa será investigado.
Segundo a polícia, Matsunaga era colecionador de armas e, após seu desaparecimento, Elize entregou à Guarda Municipal de Cotia algumas armas que pertenciam a ele para que fossem destruídas. Entre elas estava uma de calibre 7.65, idêntica à arma usado no tiro à queima-roupa que atingiu o lado esquerdo da cabeça da vítima.
Elize e o marido faziam curso de tiros e ela, destra, é considerada uma boa atiradora. O tiro na cabeça do executivo foi dado à curta distância e pelo lado esquerdo. Para os policiais, esse também é outro indício contra Elize.
Carrasco disse também que no apartamento do casal existem várias geladeiras, "verdadeiras câmaras frigoríficas", que estão sendo periciadas. A polícia diz acreditar que as partes do corpo de Matsunaga ficaram em algum tipo de refrigerador antes de serem jogadas em Cotia.
A polícia também encontrou no imóvel sacos de lixo de modelo idêntico ao usado para embalar as partes do corpo da vítima. Segundo o delegado Carrasco, são sacos muito incomuns, provavelmente importados, que possuem um filete vermelho na extremidade.
Os peritos que analisaram as partes do corpo afirmam que os cortes foram feitos com extrema precisão. A polícia afirma que Elize, que é bacharel em direito, possui curso técnico de enfermagem. Além disso, ela é beneficiária de um seguro de vida feito recentemente pelo executivo, no valor de R$ 600 mil.

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