quinta-feira, 19 de abril de 2012

Casa onde morou o trio canibal em Conde

Uma das residênciasDuas residências foram localizadas na manhã desta quinta-feira (19), apontadas como moradias do grupo canibal pernambucano durante passagem pelo estado da Paraíba. As habitações ficam localizadas na cidade do Conde, Litoral Sul paraibano.
Uma equipe da Tv Correio esteve no local e registrou as imagens.
De acordo com uma das vizinhas do grupo, que não quis se identificar, eles alugaram uma casa na localidade durante três meses.
“Chegaram aqui sem móvel, sem nada. Eu desconfiava porque eles eram muito estranhos’.
Em seguida, os canibais mudaram para uma granja, também na cidade do Conde. No terreno, vários buracos foram observados pelos populares e ainda, a fossa está aberta e coberta por terra.
.
José Beltrão de 51 anos, Bruna de Oliveira de 25 anos e Isabel Pires de 21 anos permaneceram na residência também por três meses.
 

Familiares de trio canibal estão comedo e são ameaçados

Familiares do homem apontado como chefe do trio suspeito de canibalismo, preso em Garanhuns (PE), estão desesperados. Eles contaram à polícia que passaram a receber ameaças de morte após a divulgação do caso. Conforme um dos irmãos do suposto líder do trio, um vizinho teria sido abordado por um motoqueiro, que, após fazer indagações sobre a família do suspeito, teria dito que "o bicho iria pegar".
Junto com outros dois irmãos, ele procurou a delegacia do Varadouro, em Olinda, para registrar ocorrência. Ainda de acordo com os denunciantes, as represálias contra a família não param por aí.
Leia mais notícias de Cidades
- Nós não temos nada a ver com isso. Muitas pessoas estão entendendo, mas outras estão em dúvida. Estava com uma proposta de emprego e, por causa do meu nome, da situação, fui cortado do emprego.
O trio, preso na semana passada, teria confessado à polícia que, após matar as vítimas, vendia a carne delas em salgadinhos. A revelação chocou o país e provocou  revolta nos moradores da cidade.

Aos 17 anos morre jovem com anorexia e familiares desconhecia o problema

charlotteMorre adolescente que escondia anorexia dos pais

Charlotte, uma aluna "nota dez" e popular, morreu com 17 anos e 38 kg

Charlotte Seddon, uma garota descrita como "inteligente, autoconfiante e popular", morreu aos 17 anos. Ela escondeu de seus pais uma anorexia que a fazia sofrer há quatro anos.
A garota pesava apenas 38 kg quando morreu, segundo o tabloide inglês Daily Mail. Seu pai, Stephen, só descobriu a doença depois, ao ver o diário dela.
- Nós descobrimos mais sobre sua condição a partir do que ela deixou para que nós pudessemos ler.
Saiba como os pais podem identificar a anorexia em seus filhos
Como tratar a anorexia nervosa
Enfermeira supera anorexia que quase a matou e vira maratonista
Charlotte foi encontrada morta em casa, em Padiham, Inglaterra, no dia 20 de dezembro de 2011.

Até o coração de Charlotte estava abaixo do peso: 190 g, quando deveria pesar cerca de 320 g.

Ela morava, além do pai, com a mãe, Corinne, e os irmãos Daniel e Abby, sua gêmea.

Agora, os pais tentam usar a história da filha para alertar outras garotas que sofram de bulimia e anorexia — e mostrar que a família pode detectar sinais precoces dos distúrbios nos filhos.

Bebê com seis pernas é cirurgiado


6pernasoperadoO bebê que nasceu com seis pernas em Sindh, no Paquistão, foi operado com sucesso nesta quinta-feira (19).

A cirurgia para a retirada das pernas excedentes foi feita no Instituto Paquistanês de Saúde Infantil, em Karachi.

A primeira imagem que surgiu de seu caso, feita em uma UTI, chamou atenção em vários países do mundo.

Autoridades do hospital já haviam explicado que as seis pernas são resultado de uma rara condição genética.

Professores da UFPB fazem paralisação

Professores de duas universidades federais na PB fazem paralisação

Alunos da UFCG e UFPB ficam sem aulas nesta quinta-feira (19).
Docentes da UFPB aprovaram indicativo de greve para o dia 15 de maio.

Professores de duas universidades federais na Paraíba paralisaram os trabalhos nesta quinta-feira (19) como forma de cobrar do governo federal uma posição sobre acordos que teriam sido feitos com a categoria, mas não chegaram a ser cumpridos. Na Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), as aulas foram suspensas nos campi de Cuité, Sumé, Pombal e Campina Grande. Já na Universidade Federal da Paraíba (UFPB), foi aprovado indicativo de greve para o dia 15 de maio, caso as reivindicações não sejam atendidas. Também está prevista para o dia 25 de abril uma paralisação nacional dos servidores públicos federais.
De acordo com a Associação dos Docentes da UFCG (AdufCG), em 2011 um acerto emergencial previa a negociação da re-estruturação da carreira de professor federal e a incorporação de gratificações com reposição salarial de 4%, cujo pagamento deveria ter começado em março.
Os docentes das duas instituições também pedem reposição salarial de 22% e a melhoria das condições de trabalho. Outra reivindicação é a unificação da carreira de professor universitário com as de professores federais do ensino básico, médio e técnico.
Alunos protestam contra fechamento do HU
No campus de Campina Grande, além da mobilização dos professores, alunos dos cursos de Saúde fazem um protesto contra o possível fechamento do Hospital Universitário Alcides Carneiro. Eles pedem que a Reitoria analise uma alternativa para que a unidade não precise aderir adesão ao programa do Ministério da Educação (MEC) que prevê a gestão de todos os hospitais universitários do país por uma empresa privada.
No dia 9 de abril, o reitor Thompson Mariz informou que não conseguia avaliar outra solução para o caso. "Eu não vejo outro caminho. Se continuar do jeito que está o hospital vai fechar as portas. A proposta do MEC é que até julho a empresa que vai administrar os hospitais em todo o Brasil se estruture e desenvolva projetos pilotos. E até o fim do ano as universidades poderão aderir a esse modelo. Só há essa alternativa”, comentou.

Escolas na Paraíba vem sofrendo a falta de disciplina e segurança entre alunos

Faca foi apreendida nesta quinta-feira em uma escola municipal da capital.
Aluno disse que faca era para se defender no trajeto até a escola.

Faca é apreendida com aluno em escola pública de João Pessoa, Paraíba (Foto: Walter Paparazzo/G1)Faca é apreendida com aluno em escola pública de
João Pessoa, Paraíba (Foto: Walter Paparazzo/G1)
Um estudante foi abordado e detido pela Polícia Militar nesta quinta-feira (19) suspeito de entrar com uma faca na escola municipal Leonel Brizola na Avenida Beira Rio, em João Pessoa. O cabo Damião, da Patrulha Escolar da PM, disse que o adolescente disse à polícia que tinha a arma para se defender já que, segundo ele, o itinerário da casa até a escola era perigoso.
A assessoria de imprensa da Secretaria de Educação de João Pessoa disse que os funcionários da escola suspeitaram da atitude do aluno, que passava o tempo todo com a mochila nas mãos. Os funcionários acionaram a Patrulha Escolar da PM que o abordou.
No entanto, segundo o cabo da Patrulha Escolar, antes de a polícia chegar o aluno se livrou da faca, mas após conversa com o garoto, ele disse que a arma estava no jardim da escola. Os familiares do adolescente estiveram na escola e foram junto com ele para Delegacia da Infância e Juventude.
O cabo Damião disse ainda que em momento algum o adolescente ameaçou outros alunos. A assessoria de imprensa da Secretaria da Educação disse que as aulas não foram interrompidas e que seguem normalmente no período da tarde.

Confira matérias em que o prefeito de Conde nega envolvimento com canibais

Prefeito de Conde Aluísio Régis nega qualquer envolvimento com canibais
O prefeito do município do Conde, Aluísio Régis, negou que tenha qualquer relação com o grupo de canibais preso em Garanhuns, no estado de Pernambuco. O nome do prefeito foi citado no diário de uma dos integrantes do trio.
No diário, escrito pela acusada Bruna Cristina Oliveira da Silva, de 25 anos, ela afirma no dia 3 de agosto de 2008 que Régis convidou o trio para morar no Conde. Na época o grupo morava na cidade de Olinda. "Uma reunião de última hora com o prefeito Aluizio Régis e outros membros do Cartel (...) o prefeito quer que eu, Monte, Bel e Tiguinha fique só em Conde, e esqueça Olinda".
Régis negou que tenha amizade com o grupo. “Se alguma vez tivemos contato, deve ter sido em alguma audiência pública. Eu dou audiências todas as semanas, para todos os tipo de gente, mas isso não quer dizer que eu tenha algum envolvimento com essa gente. Essa gente psicopata pode ser super educada em público, você não consegue ver o caráter de alguém em uma audiência”, colocou.
“Eu recebi toda essa informação com muita surpresa. Estamos perplexos. É preciso separar o que é real e o que é ficção. Essa história de que eles teriam matado uma menina aqui no Conde, nós não temos nenhuma informação de alguém desaparecido”, declarou.
O prefeito do Conde afirmou que foi bombardeado pela imprensa, mas em momento algum foi contatado por alguma autoridade. “Nenhum delegado veio me procurar. É possível que venham a falar comigo, já que o grupo morou aqui na cidade e a investigação deve passar por aqui”, disse.
Régis ainda disse que não vê a situação como uma tentativa política de prejudicar sua gestão. “É um ano eleitoral, mas eu não vejo dessa forma. Eu vejo como um fato policial sensacionalista, meu nome apareceu num caderno e isso criou todo esse falatório. Estou tranquilo”, concluiu.
A citação foi repercutida pelo programa Brasil Urgente, em rede nacional.
Em 3 de agosto de 2008, Bruna mencionou o prefeito Aluízio, acerca de uma reunião de última hora. O trecho diz o seguinte: "Uma reunião de última hora com o prefeito Aluizio Régis e outros membros do Cartel (...) o prefeito quer que eu, Monte, Bel e Tiguinha fique só em Conde, e esqueça Olinda".
A reportagem do Brasil Urgente, procurou o prefeito do Conde, mas ele negou envolvimento com o grupo.

Veja abaixo a íntrega da entrevista No Brasil Urgente com o reporte Datena:

Repórter: O senhor deve estar sabendo sobre o trio canibal, que atuava em Pernambuco... Negromonte era morador da cidade em que o senhor é prefeito, certo?


Prefeito: Realmente, saiu na imprensa de que alguém do Conde havia desaparecido, mas até agora não foi identificado quem foi essa pessoa.


Repórter: E a família de Jorge Negromonte, morou aí um tempo, não é?
Prefeito: Não vou dizer que morou. Mas que passou um tempo, vamos dizer assim, "fugidos" no município. Passaram um tempo no município, e eles alegam que teve uma menina que eles também transformaram a carne humana para fazer o salgadinho que eles faziam, né? Mas até hoje, dentro do Conde mesmo, ninguém identifica essas pessoas, nem ninguém, até agora, denunciou a falta dessa pessoa não.


Repórter: O senhor conhecia esse homem?


Prefeito: Não, nunca nem vi. Nem conheço essa pessoa, nem nunca ouvi falar dessa pessoa que passou, sendo escondido no Conde.


Repórter: Na casa da família do Jorge, em Garanhuns, foram encontrados vários diários, diários pessoais de uma das moradoras, da Bruna. Em um desses diários, prefeito, ela cita o nome do senhor, falando de um encontro do Jorge com o Senhor.


Prefeito: Ah, eu não sei não. Eu não tenho ciência. Eu dou uma média de 200 audiências.


(A ligação é encerrada).
Reporter: Prefeito?
Prefeio é entrevistado em outra emissora e mais uma vez nega participação com canibais confira:
O prefeito do município do Conde, Aluízio Regis, voltou hoje a negar ligação com o trio de canibais que consumia e comercializava carne humana em coxinhas e empadas. Eles moraram no município do Litoral Sul da Paraíba em 2008 e – segundo registros em diários – a temporada no Conde ocorreu a convite de Regis
“Se soubesse que estavam no Conde era o primeiro a descer a chibata neles”, disse hoje Aluízio Regis, que acrescentou irônico:
“Eu prefiro comer carne viva”.
Aluísio Regis, que anda irritado com denuncias de que seria “prefeito canibal’, confessou que entrou em um estúdio de rádio da Capital para tomar satisfações com radialista.
“Eu ia rebocá-lo no braço”, disse, admitindo que já usou chibata para resolver pendengas. “Se me acusar sem provas, eu sou muito homem para resolver a parada sem precisar de política”.
Para o prefeito, seu nome foi “plantado” no diário dos canibais por adversários políticos.
“Isso é coisa dos meus inimigos”, acredita o prefeito, que não lembra de ter contato específico com o trio. “Mas era época de campanha eleitoral, estava no corpo a corpo”.
Diário canibal


O prefeito paraibano foi citado no diário de Bruna Cristina Oliveira da Silva, de 25 anos, que compõe o trio canibal formado por seu amante, Jorge Beltrão Negromonte da Silveira, de 51 anos, e pela esposa dele, Isabel Cristina Pires da Silveira, de 51.
O trecho diz o seguinte: “Uma reunião de última hora com o prefeito Aluízio Regis e outros membros do Cartel (...) o prefeito quer que eu, Monte, Bel e Tiguinha fique só em Conde e esqueça Olinda”.
Tiguinha é a criança encontrada com o trio, que pode ser filha de uma das vítimas dos canibais. E Cartel é a forma como os canibais auto proclamavam a seita da qual faziam parte e que pregava a purificação do mundo e a diminuição populacional.
Bruna CristinaA meta seria matar três mulheres por ano.
“Segundo os envolvidos, eles participam de uma seita chamada Cartel. E que teria uma seita contrária que seria chamada de “M” [das "mulheres impuras"]. Toda a culpa de eles estarem presos seria porque “M” interferiu nos planos deles”, revelou o delegado Wesley Fernandes, responsável pelo caso. Ele também explicou como o grupo escolhia as vítimas. “Segundo eles, ao passar pelas pessoas, uma entidade alertava que eram pessoas más”, disse.
O trio teria matado mais de dez mulheres – uma delas pode ser uma paraibana, identificada como Iolanda, que desapareceu no Conde na época em que eles moravam na cidade.
A casa que eles ocuparam no Conde já foi localizada pela polícia, que procura por restos mortais no quintal. De acordo anotações de Monte, que ele batizou como “Diário de um esquizofrênico”, corpos foram enterrados entre coqueiros.
Comércio de carne humana
Corpos foram localizados na casa onde eles moravam atualmente, na cidade de Garanhuns, em Pernambuco. Lá, eles matavam, retalhavam e consumia as carnes das vítimas.
Pedaços de músculos também eram usados em recheios de salgados, comercializados na cidade.
Para os canibais, o consumo da carne fazia parte de um ritual de purificação.