terça-feira, 3 de abril de 2012

Operação Semana Santa 2012

A Secretaria de Estado da Segurança e da Defesa Social (Seds), por meio de seus órgãos operativos, lança nesta quarta-feira (4) a "Operação Semana Santa 2012", cujos objetivos são a prevenção e o combate ao crime durante o feriado prolongado em todo o Estado.
A ação, que envolve a participação das polícias Civil, Militar, Corpo de Bombeiros e do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), acontece da zero hora de quinta-feira (5) até a meia-noite do Domingo de Páscoa.
A solenidade de lançamento está marcada para as 8h, na Praça Dom Adauto, Centro de João Pessoa, com a presença do secretário da pasta, Cláudio Lima, do arcebispo da Paraíba, Dom Aldo Pagotto, e do pastor Estevam Fernandes, da 1ª Igreja Batista da Capital, entre outras autoridades.

Em Jacumã ciclista perde controle e é morto após atropelamento

Foto: Twitter - @emersonmofiCiclista perde controle e morre após ser atropelado na PB-008

Um ciclista morreu após um acidente automobilístico ocorrido na tarde desta terça-feira (3), na PB – 008 entre João Pessoa e Praia de Jacumã. O episódio envolveu outros dois veículos.
De acordo com o repórter Emerson Machado da Tv Correio, dois carros – sendo um Celta e um Fiesta – seguiam sentido João Pessoa/Jacumã quando o ciclista, ainda não identificado, perdeu o controle da bicileta e bateu na traseira do Fiesta.

Segundo populares, o motorista do Celta não teve como evitar o acidente e acabou atropelando o ciclista.
O corpo da vítima foi encaminhado ao Departamento de Medicina e Odontologia Legal da Capital.

Ex-presidiário é assassinado com bebê no colo em JP

O presidiário assassinado

Um jovem foi assassinado enquanto segurava uma criança de 10 meses no braço, na comunidade Padre de Ibiapina, no bairro das Indústrias, em João Pessoa. O crime foi por volta das 20h, desta segunda-feira (2).

O presidiário Wellington Batista de Lima, 29 anos, estava em sua residência quando dois homens chegaram em um veículo e invadiram a casa.
A dupla já chegou atirando na vítima que morreu em seu quarto com vários tiros. O detalhe é que ele segurava um bebê de 10 meses e que felizmente durante o tiroteio não se feriu.
O cabo Simeão do 5º BPM esteve no local do crime e confirmou que a vítima cumpria pena em um presídio da Capital em regime condicional.

Tiroteio em universidade deixou sete mortos e três feridos. Jovem suspeito procurava funcionária

Policial no local do tiroteio nesta segunda-feira (2) em Oakland, na Califórnia (Foto: AP) O atirador que matou sete pessoas e feriu três em uma universidade religiosa de Oakland, no estado americano da Califórnia, colocou suas vítimas em uma fila e as executou uma a uma, informou ao canal CNN o chefe de polícia da localidade nesta terça-feira (3).

"Foi uma execução calculada a sangue frio na aula", disse o policial Howard Jordan.
Policial no local do tiroteio nesta segunda-feira (2) em Oakland, na Califórnia (Foto: AP)
De acordo com o policial, o detido, um homem de origem coreana identificado como One Goh, entrou no edifício da universidade particular, fez uma recepcionista de refém e procurou uma funcionária administrativa.
Quando ele percebeu que a mulher não estava no prédio, atirou na secretária e depois colocou os estudantes em uma fila contra a parede. Em seguida atirou em cada um, contou Jordan.
"Vou matar vocês", disse o atirador aos estudantes.
mapa okland califórnia (Foto: Editoria de Arte / G1) Depois do massacre, o criminoso deixou a sala, recarregou a arma e atirou contra outras salas antes de abandonar o edifício e entrar no veículo de uma vítima.
"Tudo aconteceu em poucos minutos. Acreditamos que as vítimas não tiveram chance de defesa, nenhuma oportunidade de rendição", afirmou Jordan.
Em outra entrevista, ao canal ABC, o policial informou que vítimas eram procedentes da Nigéria, Nepal e Coreia, com idades entre 21 e 40 anos.
"Descobrimos que o suspeito estava chateado com a administração da escola", disse Jordan. "Também estava chateado que os alunos ... no passado, quando ele frequentou a faculdade, o maltrataram, desrespeitaram e fizeram coisas dessa natureza."
"Ele era um homem muito confuso, calculista e determinado que foi lá com a intenção específica de matar pessoas", disse Jordan.
Imagem feita com câmera de celular mostra a polícia cercando o prédio da escola onde houve tiroteiro em Oakland, na Califórnia (Foto: San Francisco Chronicle, Demian Bulwa / AP)Testemunhas
Paul Singh, cuja irmã de 19 anos Devinder Kaur foi baleada no braço durante o tiroteio de segunda-feira, disse à Reuters que, de acordo com a sua irmã, Goh não tinha sido visto na faculdade há vários meses. Quando ele invadiu a sala de aula dela, ele ordenou que os alunos se alinhassem contra uma parede.
"'Fiquem em fila e eu vou matar todos vocês', foi o que ele disse naquela manhã, pelo que minha irmã me disse. Eles pensavam que ele estava brincando no início", contou Singh.
Tashi Wangchuk afirmou que sua esposa, Dechen Yangzom, de 28 anos, estava em outra sala de aula quando ouviu tiros.
"Por instinto, ela trancou a porta e apagou as luzes. Então, o cara veio e bateu na porta e atirou várias vezes na porta e, em seguida, saiu", contou Wangchuk. "A polícia disse que o que ela fez foi heroico."
Em seu site, a Universidade de Oikos indica que tem "como objetivo oferecer programas educacionais nas áreas de estudos religiosos, de música e de saúde".

Páscoa é sinônimo de perigo para diabéticos, alergicos e celíacos

Tarcila Pessoa de Melo (Foto: Katherine Coutinho/G1 PE)

É preciso atenção a ingredientes comuns, como trigo, chocolate e leite.
Presença no cardápio de Páscoa pode causar danos à saúde de pacientes.

Tarcila come o bolinho sem glúten que ajudou a
mãe a confeitar
A família do recifense Luiz Carlos, 10 anos, é católica, mas uma parte do ritual religioso da Semana Santa ele não pode cumprir: a comunhão. O ovo de Páscoa de Tarcila, 3 anos, será feito pela mãe dela. É que a hóstia e a maioria dos chocolates contêm glúten, proteína da qual Luiz Carlos e Tarcila, que são celíacos, devem manter distância. Para pessoas como eles, a Páscoa tem um significado extra: o de perigo. Trigo, chocolate, leite e crustáceos são alguns dos ingredientes consumidos habitualmente na época que podem causar sérios danos à saúde de diabéticos, celíacos e alérgicos, além de atrapalhar dietas de emagrecimento.
Para os portadores da doença celíaca, uma intolerância permanente ao glúten que atinge entre 0,5% e 1% da população, a lista de restrições é abrangente: trigo, aveia, cevada e centeio devem passar longe da mesa e também da cozinha – até as panelas, pratos e talheres devem ser mantidos à parte. Os sintomas nem sempre estão relacionados ao aparelho digestivo e muitas vezes só aparecem a longo prazo. Anemia, depressão, distúrbios de humor, infertilidade, osteoporose antes da menopausa, dificuldades de crescimento, dores articulares e defeitos no esmalte dos dentes são alguns deles. “É, na origem, uma doença de inflamação”, explica a gastropediatra Margarida Antunes, que estuda os celíacos desde 1993.
'Celíacos precisam ler rótulos para sempre', diz a
gastropediatra Margarida
Margarida Antunes, gastro-pediatra do Recife (Foto: Roberta Rêgo/G1) Os efeitos da fuga à dieta nem sempre são imediatos. Há pacientes que sentem desconforto abdominal algumas horas depois da ingestão proibida. “Quem já tem a doença controlada muitas vezes não sente nada quando transgride na dieta, mas mantém a inflamação ativa. Não se sabe a dose segura de glúten que essas pessoas podem consumir”, esclarece a especialista. “Quem tem doença celíaca precisa ler rótulos para sempre. Por lei, todo produto precisa indicar na embalagem se contém glúten e isso já foi uma conquista dos pais e portadores da doença”, ensina a médica.
A policial militar Eliane Ramos da Silva Lima, mãe do garoto Luiz Carlos, entendeu direitinho o recado. Ela mora no Curado IV, no Recife, e deixa as refeições da casa já prontas quando sai para trabalhar, cozinhando à parte os alimentos para o filho celíaco. Eliane usa, com propriedade, ingredientes pouco populares entre a maioria das pessoas, como os grãos amaranto e quinoa, farinhas de semente de abóbora e de castanha de caju e polvilho, doce e azedo. “Procuro compensar os alimentos que ele não pode comer com outros nutrientes”, conta Eliane. Todos os meses ela gasta em torno de R$ 300 em compras específicas para a dieta de Luiz.
Eliane pesquisou sobre doença celíaca para filho ter
uma rotina saudável
Eliane com os filhos Luiz Carlos e Maria (Foto: Roberta Rêgo/G1) Segundo Eliane, os ovos de chocolate sem glúten são encontrados facilmente no mercado e são até mais gostosos que os tradicionais, mas eles normalmente não vêm com brinquedo dentro. Na primeira comunhão do garoto, criou-se uma polêmica na igreja. “O padre não queria dar o vinho porque ele é menor de idade e a hóstia, ele não pode. Ficou todo mundo abismado e ele acabou comungando porque ficou com vergonha de dizer não ao padre”, relata a mãe. Quando come algo que não deve, Luiz Carlos sente dores na barriga no mesmo dia. Para a Semana Santa, já está combinado: Eliane avisou ao padre que o filho vai à igreja, mas não pode comungar.
O menino faz acompanhamento médico rigoroso anualmente e sempre passa no teste. A altura dele já é um bom sinal, já que doença celíaca não controlada atrapalha o crescimento.
Tarcila Pessoa de Melo tinha apenas dois anos de idade quando foi diagnosticada. “O glúten está em coisas que você nem imagina. O problema desses produtos industrializados é a contaminação cruzada. Se você assar um bolo sem glúten junto com outro comum, contamina”, conta a professora Ivana, mãe da menina. Um dos principais desafios para Ivana é mostrar às pessoas que a doença da filha é séria, não uma invenção de médicos. Tarcila também já aprendeu a perguntar quando desconfia do lanche. “Ela pergunta: ‘mamãe, tem glúten?’. O bom de ela ser novinha é que não provou muitas coisas e não fica tentada”, acredita Ivana.
Antônio tem alergia severa à proteína do leite e já
passou por maus bocados
Antônio tem alergia severa à proteína do leite (Foto: Roberta Rêgo/G1)Leite também pode significar perigo
A Semana Santa também costuma ser diferente na casa dos irmãos recifenses Antônio e Jóselly, de 7 e 12 anos. Como tem alergia severa à proteína do leite, Antônio Joaquim de Santana Neto costuma dividir com a irmã um único ovo de Páscoa, todo ano: a menina fica com o chocolate e ele ganha o brinquedo que vem dentro.
Para uma pessoa alérgica, as consequências de “sair da linha” podem ser atrozes. Antônio, que mora no bairro de Dois Unidos, no Recife, já foi levado às pressas ao hospital, duas vezes, com edema de glote, um inchaço na entrada da laringe que fecha a passagem do ar e pode matar.

Antônio apresentou os primeiros sintomas ainda bebê. A mãe dele, Joseli da Silva Rodrigues, é técnica e estudante universitária de enfermagem e mantém em casa um kit de primeiros socorros com antialérgicos e uma “munição” extra: uma injeção de adrenalina, o medicamento vasoconstritor capaz de salvar o filho durante uma crise aguda. “Eu faço de tudo para ele não se sentir excluído nessa época de Páscoa. Compro barrinhas de chocolate de soja e converso com ele, não minto, digo que é gostoso, mas ele não pode comer para não ficar doente”, conta Joseli.
Alergologista Nilza Lyra explica a diferença entre
alergia e intolerância
Alergologista Nilza Lyra  (Foto: Katherine Coutinho/G1 PE) Antônio come com vontade o “bolo de alergia”, apelido que botou na receita adaptada pela mãe.  E já está acostumado a levar o próprio lanche à escola e às festinhas. “Ele não pode nem sentir o cheiro, começa o nariz escorrendo, espirrando e fica cansado”, explica Joseli. O leite dele é especial, à base de soja, e custa caro, mas a mãe recebe da prefeitura quatro latas por mês – eram 12, mensais, quando ele era menor.

A alergologista Nilza Lyra lembra que existem duas situações, a intolerância e a alergia, cada uma com suas particularidades. “A intolerância não causa uma reação imunológica, não tem o risco de ter um edema de glote. Geralmente é mais associada a uma diarreia, a uma reação metabólica”, explica. “A embalagem às vezes diz que não tem leite, mas existem termos correlatos que também significam leite ou presença dele, como caseína, caseinato, alfalactoalbumina, betalactoglobulina, soro de leite em pó, caramelo e creme sabor da Bavária”, detalha a alergologista.
Diabéticos Celíacos Alérgicos à proteína do leite
Sintomas: Aumento do apetite, perda de peso, sede e urina em excesso, alterações visuais, distúrbios cardíacos e renais Anemia, depressão, distúrbios de humor, infertilidade, osteoporose antes da menopausa, dificuldades de crescimento, dores articulares Placas vermelhas, inchaços nos olhos, coriza, crise de asma, crise de aguda de vômito
Proibido: Açúcar e carboidratos refinados. Trigo, cevada, centeio e malte Derivados do leite, como queijo, manteiga e iogurte
Permitido: Chocolate diet Chocolate sem glúten Ovos de páscoa feitos com soja
Ovos de páscoa especiais (Foto: Katherine Coutinho/G1 PE)No caso dos alérgicos, a quantidade do alimento ingerido pode não ter influência alguma. “Não é questão de comer só um pouquinho. Tem gente que, só pelo cheiro, tem reação alérgica forte e precisar ir para o hospital”, alerta a médica. Por isso, todo cuidado é pouco. Quando for fazer algo em uma panela, é precisa lavá-la bem antes. “Se você fez antes ali um crustáceo e depois um arroz, por exemplo, pode ter ficado vestígio. Para o alérgico, pode ser fatal”, alerta.
O melhor jeito de conhecer os limites do próprio organismo é procurar um alergologista para fazer o exame específico. “Existe sim um nível que o alérgico pode consumir, mas isso é muito pessoal e precisa ser testado. Em algumas pessoas, conseguimos fazer a dessensibilização, dando pequenas quantidades do alimento, mas não são todos os casos. O diagnóstico resolvido por componentes (CRD, na sigla em inglês) é um exame que nos permite conhecer o grau dessa alergia e sabermos se a pessoa vai ser realmente alérgica a vida toda ou se tem como curar”, conta Nilza.
Para aqueles que acreditam que tomar um antialérgico antes de comer algo resolve, a médica faz um alerta. “Isso não garante que você não vai ter uma reação, não adianta comer só um camarão. Além disso, fatores como álcool e exercícios físicos podem ajudar a desencadear a alergia. Quando as avós diziam para não nadar depois de comer porque podia ter uma congestão, elas estavam certas”, afirma.
Ovos de páscoa especiais já são encontrados facilmente no mercado
Diabéticos
Na Páscoa, o chocolate diet é uma ótima pedida para os diabéticos, que devem controlar a ingestão de açúcar. “Mas não pode consumir à vontade. Ele tem seu valor calórico e isso precisa ser levado em conta dentro da cota diária do paciente. O diabético precisa manter a estabilidade”, reforça a nutricionista Catarina Grizzi. Ela lembra que é bastante comum que o diabetes venha associado a outros distúrbios de metabolismo, como o colesterol alto. “Bacalhau, por exemplo, não tem problema, mas se a pessoa tiver pressão arterial alta, precisa ficar atento à quantidade de sal. O ideal é preparar com azeite e evitar os molhos”,
foto e matéria do G1 PE)

CAPS de Conde comemora a páscoa

 O CAPS na cidade de Conde comemorou hoje (03 de Abril), às 8hs e 30mn o Café da manhã de Páscoa com muitas frutas, queijo, bolo entre outras delícias. Os alunos do CAPS antes da comemoração realizaram a encenação da Santa ceia onde Jesus e os apóstolos repartiram o pão e o vinho.


  Uma bonita canção cantada pelos alunos. Logo após uma bela oração antes da ceia. Como no vídeo acima o reporte mostra os dormitórios, lugar do descanso dos alunos.
apresentação da santa ceia
membros do teato

 

 Você sabe o que é CAPS?

 CAPS é o núcleo de uma nova clínica, produtora de autonomia, que convida o usuário à responsabilização e ao protagonismo em toda a trajetória do seu tratamento.
Os projetos desses serviços, muitas vezes, ultrapassam a própria estrutura física, em busca da rede de suporte social, potencializadora de suas ações, preocupando-se com o sujeito e a singularidade, sua história, sua cultura e sua vida cotidiana.
O perfil populacional dos municípios é sem dúvida um dos principais critérios para o planejamento da rede de atenção à saúde mental nas cidades, e para a implantação de centros de Atenção Psicossocial. O critério populacional, no entanto, deve ser compreendido apenas como um orientador para o planejamento das ações de saúde. De fato, é o gestor local, articulado com as outras instâncias de gestão do SUS, que terá as condições mais adequadas para definir os equipamentos que melhor respondem às demandas de saúde mental de seu município.

   

PRF aponta irregularidades em veículos escolares de 20 Municípios e do Estado

O Ministério Público da Paraíba recebeu, na última segunda-feira (16), um relatório da Polícia Rodoviária Federal com informações rela...