segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Cinegrafista é morto em tiroteio entre traficantes e polícia


Cinegrafista Gelson Domingos, da TV Bandeirantes, foi assassinado por traficantes enquanto cobria uma operação policial na Favela de Antares, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.
Madrugada de domingo. Pela Avenida Brasil, um comboio de viaturas da Polícia Militar avança rumo à Zona Oeste do Rio. O destino é a favela de Antares, onde, segundo informações recebidas pela polícia, chefes do tráfico estão reunidos.
Na chegada à favela, a polícia é recebida a tiros. Os policiais estão acompanhados por um grupo de jornalistas de vários órgãos de imprensa. Entre eles, Gelson Domingos, repórter cinematográfico da TV Bandeirantes. Ele se posiciona próximo aos PMs, como de custumes dos jornalistas.
Isso tudo acontece em um dos acessos à comunidade de Antares. O cinegrafista da Band e os outros profissionais da imprensa permanecem fora da favela, protegidos atrás de muros.
Policiais discutem como continuar a ação e decidem seguir, orientando novamente os cinegrafistas. Nem os policiais, nem os cinegrafistas sabiam, mas seguiam direto para o ponto onde os bandidos estavam encurralados por homens do Bope.
No final da rua, a tensão aumenta. Os policiais percebem o perigo e os tiros recomeçam. Não é possível ver, mas Gelson está filmando do outro lado da rua e acaba atingido.
Com o cinegrafista da Bandeirantes caído, o tiroteio continua. O policial atira, dando cobertura para que o outro PM chegue até Gelson. O jornalista usava um colete a prova de balas, que não foi suficiente para protegê-lo do disparo.
Os policiais conseguem tirar Gelson da linha de tiro, mas não conseguem sair do local. Estão encurralados pelos bandidos. Aproximadamente 10 minutos depois chega o reforço do Bope. Os jornalistas são levados para fora da favela.
Gelson Domingos é socorrido em um carro da PM. Depois que foi retirado da favela, Gelson foi levado pelos policiais até uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) que fica aproximadamente a 2 km de Antares.
De acordo com a Secretaria de Saúde, ele foi atingido no peito. A bala que perfurou o colete atravessou o corpo do cinegrafista. De acordo com os médicos que fizeram o atendimento, Gelson chegou morto à unidade.

CASAMENTO PODERÁ TER PRAZO DE VALIDADE CONFIRA:


Uma ideia que vem do México provoca polêmica: é o casamento com prazo determinado. Mínimo, dois anos. Parece estranho, mas é o que um projeto de lei propõe: ao casar, os noivos já definem por quanto tempo. Será que funciona?

Paixões ardentes, beijos arrancados à força. Claro que a gente não acha que os mexicanos vivem num dramalhão. Mas na Cidade do México, a taxa de divórcios é de 50%. Metade dos casais rompe antes que a morte os separe.
Para quem acha que a ideia dos mexicanos acabaria com o romantismo, com o sonho de felicidade eterna, os autores do projeto dizem que haverá a opção 'para sempre', o contrato de casório com validade eterna. Agora, será que um projeto como esse funcionaria no Brasil?

No Brasil, de cada cinco casamentos, um é desfeito. Os gaúchos, parece, resolveram nem mais casar. O Rio Grande do Sul é o estado onde se celebram menos casamentos por habitante: 4,4 casamentos a cada mil habitantes.

No Acre, a chama continua acesa. É o estado onde mais se juntam os trapinhos: 11,2 casamentos a cada mil habitantes.
No Maranhão, na alegria ou na tristeza, o casamento dura. É o lugar onde menos se separa: 0,4 divórcios a cada mil habitantes.
E onde os casais mais tiram a aliança é na capital do Brasil, campeã de separações. São 2,6 divórcios a cada mil habitantes no Distrito Federal.

Rodrigo e Carolina não pensam em separação, dizem que nunca pensaram e jamais pensarão. Ainda assim, a proposta mexicana poderia lhes cair bem.

“A gente renovaria os votos a cada dois anos”, diz Rodrigo.

Eles adoram casar. Primeiro foi no civil. O segundo, na igreja. E o terceiro casamento, só de brincadeirinha, foi em Las Vegas.

“Pra gente, isso é muito importante, estar casando de novo, estar mostrando de novo, ouvir de novo da boca dele que ele quer ficar comigo”, afirma Carolina.
texto do fantastico

Policiamento nas rodovias da Paraiba e manifestantes protestam as inúmeras mortes no trânsito


Uma operação realizada durante a madrugada deste domingo (dia 6) em João Pessoa, a equipe de Policiamento de Trânsito do Detran e a Polícia aplicaram 83 multas, apreendeu 32 veículos, apreendeu oito Carteiras Nacional de Habilitação (CNH) e ainda realizou sete autuações por lei seca.

De acordo com chefe do policiamento do Departamento Estadual de Trânsito da Paraíba (Detran-PB), Carlos Augusto Barros de Oliveira, a operação “sossego” se iniciou às 21h do sábado (5) e terminou às 8h deste domingo (6). A blitz esteve em frente à Universidade Federal da Paraíba, na Avenida Flávio Ribeiro Coutinho (Retão de Manaíra) e na Avenida Cabo Branco, na orla do bairro Cabo Branco.

Participaram da operação cerca de 50 homens do Detran-PB, Batalhão de Polícia de Trânsito Urbano e Rodoviário (Bptran), Rotam, Secretaria do Meio Ambiente (Seman), Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema), Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedurb), Superintendência de Transportes e Trânsito de João Pessoa (STTrans) e da 4ª Cia. da Polícia Militar da Paraíba, comanda pelo Major Sena.

No sábado aconteceu um ato público pela paz no trânsito em João Pessoa. O evento foi organizado pela Ordem dos Advogados do Brasil seccional Paraíba (OAB-PB), pela Associação dos Familiares das Vítimas de Acidentes e pelo Movimento pela paz e não violência (MOVPAZ) e aconteceu na praia de Tambaú. No local os manifestantes colocaram cruzes simbolizando as vítimas do trânsito da Paraíba. Também foram colocadas faixas e veículos envolvidos que se envolveram em acidentes foram expostos no local em sinal de alerta.

De acordo um levantamento divulgado na última sexta-feira (4) pelo Ministério da Saúde, 845 pessoas morreram em acidentes de trânsito na Paraíba, no ano passado. Estima-se que 30% dos acidentes são provocados por motoristas alcoolizados. De janeiro até outubro deste ano o Batalhão de Polícia de Trânsito (BPTran) registrou 309 ocorrências de embriaguez ao volante em João Pessoa. Apenas no mês de outubro foram registradas 44 ocorrências deste tipo