quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Reynaldo Gianecchini volta a ser enternado

Reynaldo Gianecchini foi internado novamente no hospital Sírio-Libânes, na Bela Vista, em São Paulo.

Reynaldo Gianecchini

A informação foi confirmada pela assessoria do hospital, que disse que o ator está fazendo quimioterapia. O Sírio-Libanês afirmou ainda que não tem autorização para divulgar mais detalhes.

Segundo o jornal O Dia desta quinta-feira (20), Giane deve ficar quatro dias isolado da família e dos amigos para continuar o tratamento contra o câncer linfático.

Ele só poderá se comunicar com as pessoas de fora por meio de torpedos e e-mails.

O ator sofreu uma grande perda na última segunda-feira (17) com a morte do pai.

Reynaldo Cisoto Gianecchini, mais conhecido como Patão, faleceu após perder a batalha contra um câncer de pâncreas.

Já o filho apresenta boa recuperação.

De acordo com o jornal Folha de S. Paulo desta quinta, a ator fez um exame nesta semana, um dos mais avançados para diagnósticos de câncer. Ele mostrou que Giane respondeu bem à quimioterapia e que as lesões que existiam anteriormente em seu corpo já regrediram bastante.

O ex-ditador da Líbia foi morto em um ataque de combatentes líbios


A Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) pediu nesta quinta-feira (20) aos líbios para colocar de lado suas diferenças após a morte do líder deposto Muammar Kadhafi. A aliança militar do Ocidente afirmou que irá coordenar o fim de sua missão militar com a Organização das Nações Unidas e a autoridade de transição da Líbia.

A declaração serviu para confirmar a informação divulgada desde a manhã pelo Conselho Nacional de Transição, que deve liderar o novo governo do país, de que o ex-ditador havia sido capturado e morto.

O ex-ditador da Líbia foi morto em um ataque de combatentes líbios nesta quinta-feira (20) próximo à cidade de Sirte. Ele morreu aos 69 anos. A morte de Muatassim, um dos filhos de Kadhafi, também foi divulgada por um dos comandantes das forças do novo regime. A rebelião contra Kadhafi começou em fevereiro deste ano na cidade de Benghazi e colocou a Líbia em uma violenta guerra civil e em crise humanitária. Desde o fim de agosto Kadhafi estava desaparecido: ele foi derrubado do poder após a tomada da capital, Trípoli, mas prometia reagir às tropas do Conselho Nacional de Transição (CNT), órgão político da rebelião líbia.