quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Otimista a presidente Dilma diz que o país pode reagir melhor do que no ano de Lula


A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta quarta-feira (10) que o Brasil não entrará em recessão, mesmo com uma nova crise internacional se desenhando. Em um discurso no Enic (Encontro Nacional da Indústria da Construção), em São Paulo, a presidente reconheceu que a crise pode ser mais longa do que a de 2008 e não descartou a adoção de novas medidas para proteger o país na área financeira e cambial, além do mercado interno e da indústria brasileira.

- Quando eu digo em nome do governo brasileiro que nós não entraremos em recessão, eu estou dizendo isso não como uma bravata, mas porque nós temos condições de reagir. Isso não significa que sejamos imunes à crise. Nós só seremos presas fáceis da crise se nós não reagirmos, mas hoje Brasil tem muito mais força para reagir.

A presidente se baseou no exemplo das reservas internacionais que, na crise anterior, somavam R$ 339,6 bilhões (US$ 210 bilhões), e agora chegam a R$ 566,1 bilhões (US$ 350 bilhões).

Dilma responsabilizou os governos dos países ricos pela atual crise financeira internacional.

- Tudo indica que, por falta de liderança política e clareza de medidas, pode durar um pouco mais do que o que aconteceu em 2008 e 2009.

A presidente garantiu, porém, que o país sairá da crise melhor do que entrou e não descartou novas ações para proteger o Brasil dos efeitos da turbulência internacional.

Sem citar nominalmente os Estados Unidos, ela criticou a forma como países desenvolvidos lidaram com a crise em 2008.

- Alguns pegaram seus recursos fiscais, tanto financeiros quanto do orçamento, e entregaram aos bancos e salvaram os bancos, e deixaram seus consumidores, sua população, que estava endividada com o subprime, sem nenhum apoio ou resgate.

X-TUDO DO FIUK ESTREIA SUA CARREIRA SOLO

Fiuk, nome artístico de Filipe Galvão (São Paulo, 25 de outubro de 1990),é um cantor e ator brasileiro nacionalmente conhecido por interpretar Bernardo Oliveira na décima sétima temporada na telenovela Malhação e por ser vocalista da banda Hori, ex-membro da banda No Name. Fiuk nasceu em São Paulo, SP, filho do cantor Fábio Junior e Cristina Karthalian. Ele tem quatro irmãos: Cléo Pires (filha da também atriz Glória Pires), Krizia, Tainá e Záion.
Após sair da banda No Name, Fiuk procurando por parceiros para ensaiar, conheceu o baterista Xande Bispo em um estúdio no condomínio paulista de Alphaville. Para o posto de baixista, foi escolhido Alex, que entrou em 2005, assim como o novo guitarrista, Cleiton Galvão (primo de Xande).


O álbum de estreia do vocalista e guitarrista (e eventual baterista) é produzido por Dudu Braga, conhecido por seu trabalho com Michel Teló, Jorge & Mateus e Bruno & Marrone. A mistura poderia causar indigestão, mas Fiuk garante que ela desce bem.

O disco tem inspiração no pop manso dos americanos John Mayer e Jason Mraz, mas vai por outros caminhos. Segundo Fiuk, às vezes o CD é "quase Rage Against [The Machine]", em alusão ao grupo americano de rap metal. "Eu sou punk, sou meio quarta-feira", define. "Quando faz sucesso é muito fácil você pirar. Se você quiser se deslumbrar, você se deslumbra. Não precisa fazer nada, é só pegar o telefone", resume o cantor.

Entre tantos convidados e referências, Fábio Jr. dá as caras, mas discretamente. "Era 1h30 da manhã e apareceu o meu pai. Ele estava indo para um dos 'encontrinhos' dele. Ele fez uma frase, levantou e foi embora", recorda, ao descrever a composição de "Sempre mais", na casa que divide com o pai no condomínio paulistano de Alphaville. A música também é composta por Titto Valle. Fiuk conheceu o cantor e professor quando fez aulas de canto com ele.

A dupla pagodeira Thiaguinho (Exaltasamba) e Rodriguinho (ex-Os Travessos) cede a faixa-título "Sou eu" e "Às vezes sou tão criança". "Lembro que 'Sou eu' estava numa pegada esquisita, estava bem Thiaguinho mesmo", conta. Foi preciso que ele levasse a versão do sambista para casa e recriasse o arranjo dedilhando seu inseparável violão.

Com o mesmo instrumento, Fiuk diz já ter composto várias canções para um segundo disco solo. "É uma coisa meio pop black americana, que gosto demais. Imagina uma sonoridade pop tipo Rihanna, Bruno Mars, com um rap tipo Eminem, só que mais melódico", descreve.


DOENÇA ÓSSEA INOCENTA PAIS ACUSADOS DE ESPANCAR BEBÊ


Médicos descobriram que menino tinha síndrome dos ossos de vidro

Um casal britânico perdeu a guarda dos dois filhos devido a um diagnóstico errado de fraturas em seu bebê recém-nascido.

Paul Crummey e Amy Garland foram acusados de usar violência contra o bebê Harrison semanas após seu nascimento, quando o levaram para o hospital e os médicos encontraram oito fraturas em seus braços e pernas.

Os dois foram presos e proibidos de ficar sozinhos com Harrison e Bethany, sua filha mais velha, que tinha quase dois anos na época.

Quase um ano e meio se passou até que médicos e assistentes sociais do governo descobrissem que o menino sofria de uma forma rara de osteogênese imperfeita, uma doença genética conhecida como "síndrome dos ossos de vidro", que atinge uma em cada 20 mil pessoas, de acordo com estatísticas oficiais.

Sangue e fraturas
Amy Garland, de 26 anos, começou a desconfiar que havia algo errado com o bebê Harrison logo nas primeiras semanas de vida, quando ele começou a golfar sangue, mas os exames feitos no hospital não encontraram nada errado com o bebê.

Quando percebeu que as pernas de Harrison estavam inchadas, a mãe o levou de volta ao hospital e exames de raio-x encontraram as fraturas.

"Nós obviamente não tínhamos ideia de que a doença estava na família, então quando eles nos perguntaram o que havia acontecido, só podíamos dizer que não sabíamos", conta Garland.

O juizado de menores foi chamado e os pais foram presos. Eles foram interrogados separadamente e a polícia conversou com vizinhos e vasculhou a casa da família.

"Eu estava em choque. Eu tremia. Me senti como uma criminosa", diz ela.

Guarda
Enquanto Bethany ficou sob os cuidados do avô materno, Harrison se recuperava no hospital e só tinha contato com a mãe sob supervisão.

Quando o caso foi levado à Justiça, o juiz ordenou que a família passasse a viver em uma acomodação do Estado.

"Éramos vigiados 24 horas por dia e havia câmeras em todos os cômodos. Era como uma prisão, porque não podíamos sair sem ter um funcionário nos acompanhando."

Após três meses, nada de errado foi encontrado e os funcionários recomendaram que a família ficasse junta, mas, dessa vez, o juizado de menores pediu que as crianças ficassem sob a guarda da avó materna.

O casal, da cidade de Bristol, acabou se separando dois meses depois. Por mais de um ano, os pais só podiam ver as crianças seis horas por dia sob supervisão.

"Perdemos tanto da vida de nossos filhos. Eles passaram por tanta coisa. Isso acabou me afastando de Amy porque não sabíamos como lidar com a situação", diz Crummey, de 41 anos.

Diagnóstico
Em janeiro de 2009, Amy Garland encontrou um especialista que analisou o histórico médico da família e disse acreditar que Harrison tinha osteogênese imperfeita.

Lendo o parecer do especialista, dois médicos envolvidos no caso admitiram que ele poderia ter a doença e o juizado de menores decidiu abandonar a ação contra os pais.

Um mês depois, Harrison foi diagnosticado com a "síndrome dos ossos de vidro". Bethany também tem a doença, mas em uma forma mais branda.

Hoje, o menino de três anos toma injeções de vitamina D para fortalecer os ossos e faz fisioterapia.

matéria do g1