segunda-feira, 18 de julho de 2011

Três dias sem água e muita chuva na cidade de Conde




Enquanto que as cidades visinhas ficam ilhadas por causa da força da natureza, a cidade de Conde na Paraíba sofre a falta dágua nas torneiras. "Água só se for da chuva" diz morador.

Por causa das fortes chuvas que vem caindo a um mês sem parar os poços que abastecem o município ficaram transbordados impossibilitando a abertura do registro que libera a água para os reservatórios que abastecem toda a cidade.

Nas fotos você confere, todo os poços foram coberto com a água da chuva e só da pra perceber o local por causa do fio da energia que liga o motor.

Conversamos com o diretor da CAGEPA(Companhia de água e esgoto da Paraíba) local, as previsões para o abastecimento d’agua na cidade é pra 15 dias se não chover.

Ora, entra governo e sai governo e a CAGEPA continua nos excluindo, a falta de estrutura e desinteresse pela distribuição é grande. Desde que o Conde era uma cidade de pouco menos de 8mil habitantes, poços feitos em locais não adequados(a beira do rio Boa Água) é arriscado até para quem trabalha no local com a fiação eletrica dentro d’agua...

Hoje a cidade possui uma população de mais de 20mil habitantes e tudo está do mesmo jeito.

Hoje( segunda18.07) pela manhã deu uma estiada o sol até apareceu mais promete cair chuva aqualquer momento. As ruas estão encharcadas, muitos buracos causados pela força da natureza

Para esta segunda-feira (18), a Aesa prevê mais chuvas com nebulosidade variável nas regiões do Litoral, Brejo, Agreste, Cariri/Curimataú, enquanto que no Sertão e Alto Sertão é previsto sol com variação de nuvens.

Telefones de emergência:


Corpo de Bombeiros ...... 193 Defesa Civil estadual ...... 199 Polícia Militar ...... 190 Aesa ...... 3211-6451

Ex-presidentes juntos para montar Memorial da Democracia


Planejado inicialmente para abrigar o acervo dos dois mandatos presidenciais de Luiz Inácio Lula da Silva e contar a história do primeiro governo petista no País, o memorial que o Instituto Cidadania planeja erguer nos próximos anos começa a ganhar contornos mais precisos.

Representantes de Lula visitaram recentemente o Instituto Fernando Henrique Cardoso, em São Paulo, e conversaram com o ex-presidente tucano. O objetivo foi conhecer a estrutura daquela entidade, tanto do ponto de vista da organização do acervo quanto da estrutura jurídica.

Já está praticamente acertado que o Memorial da Democracia, nome ainda provisório da instituição que abrigará o acervo de Lula, deve abranger a história dos movimentos e das lutas sociais desde a Proclamação da República, com ênfase na resistência à ditadura militar - especialmente o fim dos anos 70, quando Lula aparece na cena política do País como líder sindical dos metalúrgicos do ABC e se aproxima de FHC.

Ao receber os interlocutores de Lula, o ex-presidente tucano falou de maneira entusiasmada do sistema de organização de documentos adotado no instituto e que demorou quase cinco anos para ficar pronto. O que mais chamou a atenção dos aliados do petista foi a capacidade de produção de estudos, seminários e debates do Instituto FHC.

Em outra vertente, já está praticamente acertado que o Memorial da Democracia não será instalado em São Bernardo do Campo, na região metropolitana da capital paulista. Contrariando as expectativas das lideranças sindicais e petistas daquela cidade, o endereço deverá ser algum edifício no centro de São Paulo, na região da Nova Luz. A escolha estaria ligada à vocação da região para se tornar um polo de museus e casas de cultura.

Aleta a Paraíba por causa das chuvas: Governo do estado convoca prefeitos das cidades afetadas




Fotos de Wagner Assunção Reporte da Rádio J.A
O Governo do Estado da Paraíba, ciente dos efeitos e problemas causado pelas chuvas registradas nos últimos dois dias, criou uma comissão de trabalho permanente para traçar diagnósticos e viabilizar soluções para minimizar os transtornos que afetaram famílias paraibanas:

1) Nas últimas 48 horas, choveu em média 250 milímetros no litoral do Estado. Pelo menos 26 cidades estão em estado crítico, com registros de famílias desabrigadas, municípios sem vias de acesso, desmoronamento e pontes que ruíram.

2) Os serviços de monitoramento dos níveis de barragens, estradas, pontes e abastecimento de água estão trabalhando em estado de alerta, acompanhando as precipitações pluviométricas para acionar os setores competentes, com o intuito de levar assistência de forma mais rápida.

3) Na Grande João Pessoa, a Estação Elevatória de Marés está inundada, o que ocasionou a interrupção do abastecimento de água. Situação semelhante ocorre na Estação Elevatória de Gramame, que corre riscos de parar. Diante disso, a Cagepa pede que a população redobre os cuidados com a economia de água, pelo menos nos próximos três dias.

Diante desse diagnóstico, o Governo do Estado tomou as seguintes medidas:

1) Decretar situação de emergência e tentar, junto ao Governo Federal, mais recursos para viabilizar reparos e construção de pontes, estradas, ampliar acessos a cidades, como também ações de vigilância em saúde, para evitar epidemias.

2) O Governo do Estado está convocando os prefeitos dos municípios de Araçagi, Alagoa Nova, Alhandra, Bayeux, Caaporã, Cabedelo, Campina Grande, Cruz do Espírito Santo, Gurinhem, Itabaiana, Ingá, João Pessoa, Juarez Távora, Lagoa Seca, Mamanguape, Mogeiro, Mulungu, Natuba, Pilar, Pirpirituba, Rio Tinto, Sapé, Salgado de São Felix, Santa Rita, Sobrado e São José dos Ramos para uma reunião nesta segunda-feira, 18 de julho, às 9h, no Palácio da Redenção. O objetivo do encontro é estabelecer parceria no sentido de solucionar os problemas ocasionados pelas chuvas, dentro das competências do Estado e do Município, e seguindo o que diz o Sistema Nacional de Defesa Civil.

3) Por determinação do governador Ricardo Coutinho, a Polícia Militar está de prontidão para auxiliar o Corpo de Bombeiros nos chamados de pessoas desaparecidas e situação de resgate.

4) Através de parceria com a Prefeitura de João Pessoa, o Governo vai disponibilizar carros-pipa para manter o fornecimento de água potável e possibilitar o funcionamento dos serviços essenciais à população, como hospitais, escolas e segurança.

5) O Governo do Estado também pede a participação da população, no sentido de contribuir com doações para os desabrigados, tais como roupas, cobertores e alimentos.