sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Alunos do colégio João Vinagre no Conde realizam atos de solidariedade

Alunos do colégio João Vinagre no Conde realizam atos de solidariedade
Na tarde de hoje(17 de setembro de 2010), nossa equipe foi accionada para registrar um ato de humanidade e solidariedade, dos alunos da Escola Estadual João da Cunha Vinagre na cidade de Conde na Paraíba.
O ato veio acontecer por causa da necessidade de um senhor de idade(48 anos), residente na PB 018 Severino da Rocha que estar com problemas de saúde, passando fome (magro e debilitado) o mesmo mora sozinho e não tem como cozinhar.
Uma equipe de TV de João Pessoa mostrou a situação desse senhor. Uma funcionária da escola Maria do Socorro e a estudante Aila, assistiam a TV no momento e tiveram a ideia de convocou todos os alunos para que trouxessem alimentos e saíram nas ruas pedindo e conseguiram mais de 70 km em menos de 24 horas.

Da redação a jornalista DRT Pb 2.987 Ana Maria Gomes e fotos do reporte Wagner Assunção

A CIDADE DE CONDE RECEBE O MAIS NOVO DELEGADO


Hoje na cidade de Conde será empossado o mais novo delegado da policia civil do estado da Paraíba, DR. Gustavo Santos Carletto. A posse será realizada logo mais, o mesmo aguarda a portaria que foi publicada em diário oficial.
A cidade de Conde vinha sofrendo com diversos assaltos e arrombamentos, não só a noite mas também em plena luz do dia, em apenas um mês aconteceu vários assassinatos e o consumo de drogas vem aumentando a cada dia.
Moradores esperam que a partir de hoje os condenses possam transitar nas ruas da cidade com mais segurança.
A falta de um delegado e iluminação pública que estão sendo concluídas a passos de tartarugas, fez com que os bandidos amedrontasse moradores.

Comentários e publicações de Ana Maria Gomes

CASAL DA CHACINA DO RANGEL E CONDENADO A MAIS DE 100 ANOS

POS FOTO ACIMA DO casal é condenado e juntos pena chega a 236 anos

Depois de 20 horas de julgamento, saiu a sentença do casal acusado de ter cometido a Chacina do Rangel, onde sete pessoas da mesma família foram mortos a golpes de facão. Carlos José pegou 116 anos de prisão enquanto que Edileuza dos Santos foi condenada a 120 anos.

A sentença só saiu no final da madrugada de hoje.

O réu Carlos José, acusado da Chacina do Rangel, disse em depoimento na tarde de ontem que era culpado apenas pelo assassinato de Moisés e que os demais, ou seja, Divanisa e as três crianças, haviam sido assassinados por Edileusa.

Ele ratificou a mudança do depoimento dado à época do crime em que teria dito que cometeu o crime sozinho, que amava a esposa Edileusa e que queria ela em liberdade para cuidar dos filhos do casal.

O réu diz agora que teria pensado em desistir do crime, mas ao invadir o quarto, Moisés teria acordado e os dois teriam travado luta corporal.

Ele disse que o tempo todo esteve pressionado pela esposa. A mudança de depoimento aconteceu em abril deste ano.

Durante depoimento, Carlos José disse que não é o monstro que todos pensam que ele é.

Depoimentos

O Sargento Trindade, primeira testemunha de defesa do reu Carlos José, disse em depoimento no início da tarde desta quinta-feira (16) durante julgamento dos acusados da Chacina do Rangel, que ouviu Divanise dizer antes de morrer que o reu tinha matado o marido dela e que a ré a tinha furado e matado os filhos dela. A vítima teria falado com o policial antes de ser levada para o Hospital de Trauma.

A testemunha disse ainda que quando Carlos José foi preso não apresentava vestígios de sangue.

A agente de saúde da comunidade onde aconteceu a chacina, Alvanise Lopes, foi a segunda testemunha de defesa do casal. Ela disse que trabalha há dez anos no Bairro do Rangel e conhecia o casal acusado e a família vítima da chacina.

Alvanise disse em depoimento que Carlos José não era uma pessoa agressiva e que sempre tratou a mãe muito bem. Ele disse, ainda, que Carlos José costumava brincar com as crianças da comunidade e que não fumava nem usava drogas.

A agente de saúde disse também que soube por alto do crime e que Carlos José teria dado um cascudo em um dos filhos que foi morto.

O júri popular está composto por cinco homens e duas mulheres: Hélio de Albuquerque, Gabriela Moreira de Medeiros, Edvaldo da Silva Lima, Rafael Câmara Norah, Graça Gomes, Aciel Carneiro da Silva e Valmir Felipe da Silva.

POSTADA POR ANA MARIA GOMES.