quarta-feira, 12 de maio de 2010

CRIANÇA QUE NASCEU NA MATERNIDADE CANDIDA VARGAS E DESAPARECEU





Os agricultores Maria das Graças Dias, de 37 anos de idade, e o marido dela, José Joaquim da Silva, também de 37 anos, naturais do município de Pilar, estão denunciando que o filho deles desapareceu, após o nascimento, na Maternidade Cândida Vargas, em João Pessoa. Eles contam que o parto prematuro aconteceu no último dia 24 de dezembro de 2009, por volta das 11h40m.,quando a mãe estava com seis meses de gestação. Ela conta que momentos após o nascimento, a criança foi dada como morta.

"Nem cheguei a ver o meu filho, nem saber o sexo", conta Maria das Graças. O marido, José Joaquim, disse que as enfermeiras do hospital ainda chegaram a pedir para que ele trouxesse fraldas descartáveis para a criança.

A advogada do casal, Maria do Carmo Maurício de Araújo disse que está está colhendo documentos para dar entrada na justiça para que Maria das Graças e o marido dela, Joaquim da Silva sejam esclarecidos pela direção da Maternidade Cândida vargas sobre o que realmente aconteceu à criança. Eles não levantam hipóteses, mas querem apenas conhecer a verdade que acreditam está sendo "omitida", segundo eles, pela casa de saúde. A advogada Maria do carmo Maurício contou, de posse de documentos, que o parto foi feito pelo médico Sátiro Almeida de Macedo, CRM 1212.

Os denunciantes acusam a unidade hospitalar de omissão e descaso com as pacientes. Maria das Graças conta ainda que chegou à casa de saúde e só foi atendida pelos médicos de plantão após sofrer várias contrações. O casal de agricultores mora no Conjunto da Cehap, no município de Pilar.

A diretora do Complexo Cândida Vargas, Ana de Lourdes Fernandes foi procurada, mas não pode falar sobre o assunto, pois a funcionária da casa de saúde que atendeu ao telefone e se identificou como Mary, disse que ela estava em reunião. Mandou que fosse procurada a asessoria de Imprensa da Secretaria de Saúde, mas ninguém atendeu ao telefone. Mary explicou que, mesmo que a diretora pudesse atender, não iria saber relatar sobre o caso de imediato, por ter acontecido no mês de dezembro do ano passado. Para falar sobre o caso seria necessária uma busca nos arquivos. Postada pela jornalista ana maria gomes DRT 2.976

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